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Tempo real: Ibovespa sobe, mas não consegue sustentar os 129 mil pontos; dólar fecha em alta

17 fev 2025, 6:38 - atualizado em 17 fev 2025, 18:20
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) começou a semana com a agenda de indicadores esvaziada e sem Wall Street para dar uma força, uma vez que as bolsas americanas estão fechadas devido ao feriado do Dia dos Presidentes.

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O índice chegou a subir quase 1%, mas diminuiu a força com a Vale e não conseguiu sustentar os 129 mil pontos.

Já o dólar fechou em alta, enquanto no exterior a moeda norte-americana tinha sinais mistos ante as demais divisas.

Como o grande destaque da manhã, o Boletim Focus desta segunda-feira (17) elevou as apostas para a inflação de 2025, de 5,58% para 5,60%.

Após a primeira leitura do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do ano, onde a inflação subiu 0,16% em janeiro, os economistas consultados pelo Banco Central (BC) elevaram o dado pela 18ª semana.

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Além disso, o mercado fica de olho no governo. A queda brusca na popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode levar a uma corrida para aprovação de medidas populares no Congresso.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta segunda-feira (17) em tempo real:

Ao vivo
Eneva (ENEV3) inicia operação comercial do segundo trem da planta de liquefação de gás natural no Complexo Parnaíba

A Eneva (ENEV3) anunciou nesta segunda-feira (17) a entrada em operação comercial do segundo trem de liquefação da Planta de GNL do Complexo Parnaíba, marcando a totalidade da planta em operação e com 100% da sua capacidade contratada.

O novo trem possui capacidade de liquefazer 300 mil m³/dia de gás natural, elevando a capacidade agregada da planta para 600 mil m³/dia, segundo a companhia.

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Na agenda: BC anuncia leilão de linha de até US$ 3 bilhões para terça-feira (18)

O Banco Central informou nesta segunda-feira (17) que vai realizar um leilão de linha (venda de dólares com compromisso de recompra) na terça-feira (18), das 10h30 às 10h35, com oferta total de US$ 3 bilhões de dólares.

A operação tem como objetivo a rolagem de um vencimento previsto para 6 de março deste ano, conforme comunicado do BC.

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BB Seguridade (BBSE3): Lucro sobe 5,8% no 4T24, a R$ 2,2 bilhões, em linha com o esperado

A BB Seguridade (BBSE3) divulgou nesta segunda-feira (17) que no quarto trimestre de 2024 teve lucro líquido ajustado de R$ 2,17 bilhões, um crescimento de 5,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2024, o lucro alcançou R$ 8,15 bilhões, alta de 5,7% ante 2023.

O desempenho da BB Seguridade, em linha com o esperado por analistas, foi influenciado pelo crescimento dos prêmios ganhos e redução das despesas com sinistros retidos na BrasilSeg e pela alta das receitas de corretagem na BB Corretora.

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BB Seguridade (BBSE3) pagará R$ 4,4 bilhões em dividendos

A BB Seguridade (BBSE3) vai pagar, no próximo dia 6 de março de 2025, R$ 4,4 bilhões em dividendos, conforme aprovado pelo conselho de administração em dezembro, mostra documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (17).

O valor somado ao dividendo já distribuído no 1º semestre totaliza R$ 7 bilhões. O montante por ação será de R$ 2,30.

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Banco Bmg (BMGB4) tem lucro líquido recorrente de R$ 125 mi no 4T24, com ROAE de 12,2%

Banco Bmg (BMGB4) teve lucro líquido recorrente de R$ 125 milhões no quarto trimestre do ano passado (4T24), quase estável em relação ao mesmo período de 2023, conforme dados divulgados nesta segunda-feira, que mostraram margem financeira após custo de crédito de R$815 milhões, de crescimento de 13,2% ano a ano.

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) do banco ficou em 12,2% no trimestre encerrado no final de dezembro de 2024, de 13,3% em igual intervalo do exercício anterior.

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Café robusta tem nova queda e se afasta de alta recorde

Os preços futuros do café robusta caíram nesta segunda-feira, afastando-se ainda mais do patamar recorde alcançado na semana passada, enquanto os preços do cacau e do açúcar branco em Londres subiram.

Os mercados de café arábica, açúcar bruto e cacau de Nova York ficaram fechados nesta segunda-feira devido a um feriado nos EUA.

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Magazine Luiza lidera altas em dia de queda da curva de juros

O Magazine Luiza subiu bem, reagindo à queda da curva de juros. No fim da tarde, a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2026 — um dos mais líquidos no curto prazo

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (17):

> Magazine Luiza (MGLU3): +7,86%, a R$ 7,69

> Vamos (VAMO3): +5,80%, a R$ 5,29

> CVC (CVCB3): +4,55%, a R$ 2,07

> Raízen (RAIZ4): +4,52%, a R$ 1,85

> Yduqs (YDUQ3): +4,24%, a R$ 12,04

Carrego Lula? Ibovespa volta a subir (e analistas já veem recordes)

O Ibovespa voltou a fechar em alta, após disparar mais de 2% na última sexta. Com a agenda esvaziada e sem o auxílio das bolsas nos Estados Unidos, que estão fechadas devido ao feriado, o índice continuou repercutindo a queda de popularidade do presidente Lula.

Na sessão, o índice subiu 0,26%, a 128.522 mil pontos Já o dólar, que começou a sessão em queda, fechou em alta de 0,27%, aos R$ 5,7128, após ter encerrado a sexta-feira em R$ 5,6974.

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Dólar à vista fecha em alta de 0,27%, a R$ 5,7128 na venda

SÃO PAULO (Reuters) – Numa sessão de liquidez reduzida em função do feriado nos Estados Unidos, o dólar oscilou em margens estreitas no Brasil e encerrou a segunda-feira em leve alta, novamente acima dos R$ 5,70, enquanto no exterior a moeda norte-americana tinha sinais mistos ante as demais divisas.

O dólar à vista fechou em alta de 0,27%, aos R$ 5,7128. Em 2025, a moeda norte-americana acumula queda de 7,54%.

Às 17h03 na B3 o dólar para março — atualmente o mais líquido — subia 0,14%, aos R$ 5,7250.

Reforma que eleva isenção do Imposto de Renda para R$ 5 mil será ‘tecnicamente factível’, diz secretário-executivo da Fazenda

A reforma do Imposto de Renda (IR) será tecnicamente factível e deve preservar o equilíbrio fiscal, disse o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, nesta segunda-feira (17), no evento Plano de Voo, da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham).

O texto a ser apresentado pelo governo irá propor a ampliação da faixa de isenção do IR para aqueles que recebem até R$ 5 mil. Em contrapartida, haverá um imposto mínimo de até 10% sobre a fatia mais rica da população.

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>> Petróleo: Brent sobe 0,64% com expectativa de União Europeia aumentar sanções à Rússia
Nova onda de calor: Saiba como fica o clima no Brasil nesta semana

Uma terceira onda de calor começa a ganhar força nesta segunda-feira (17), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Segundo Desirée Brandt, meteorologista e sócia-executiva da Nottus Meteorologia, o Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste vão conviver com uma semana de calor intenso com pouca ou nenhuma chuva.

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Taxas de juros futuros têm baixas firmes após IBC-Br reforçar cenário de desaceleração da economia

SÃO PAULO (Reuters) – As taxas dos DIs fecharam a segunda-feira em baixa firme após dados do Banco Central mostrarem queda da atividade em dezembro, em mais um indício de desaceleração da economia brasileira.

O feriado do Dia dos Presidentes nos Estados Unidos manteve o mercado de Treasuries fechado, o que também reduziu a liquidez na renda fixa brasileira.

No fim da tarde, a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2026 — um dos mais líquidos no curto prazo — estava em 14,67%, ante o ajuste de 14,794% da sessão anterior, enquanto a taxa para janeiro de 2027 marcava 14,575%, ante o ajuste de 14,791%.

Entre os contratos mais longos, a taxa para janeiro de 2031 estava em 14,29%, em queda de 26 pontos-base ante 14,553% do ajuste anterior, e o contrato para janeiro de 2033 tinha taxa de 14,25%, ante 14,514%.

Sem a referência dos Treasuries, o mercado brasileiro se voltou para a agenda doméstica, que tinha o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) como destaque.

Considerado um sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), o indicador caiu 0,7% em dezembro ante novembro, em dado dessazonalizado. O resultado foi bem pior do que a expectativa em pesquisa da Reuters, de recuo de 0,4%.

Foi o resultado mensal mais fraco desde maio de 2023 (-1,72%), levando o índice a fechar o quarto trimestre com estagnação na comparação com os três meses anteriores, em dado dessazonalizado. Na comparação com dezembro do ano anterior, o IBC-Br teve alta de 2,4%, segundo números observados.

O IBC-Br pior que o esperado se juntou a outros dados recentes que sugerem desaceleração da economia no Brasil. Na semana passada o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) já havia revelado dados de serviços, varejo e núcleos de inflação mais favoráveis ao controle da inflação.

“A economia brasileira está desacelerando, não tem maiores dúvidas em relação a isso. Resta ver que tamanho de desaceleração é esta”, disse o economista-chefe do Banco Master, Paulo Gala, ao analisar o resultado do IBC-Br.

“O BC está obviamente olhando todos estes dados e tentando ver como é esta tendência de desaceleração, se é mesmo tendência, se não é só ruído, mas o fato é que a curva de juros tem reagido com uma queda forte”, destacou Gala. “O juro longo está caindo bastante, com esta visão de que, crescendo menos, o Brasil desacelera e a pressão inflacionária cai.”

Às 14h59, a taxa do DI para janeiro de 2033 — um dos mais líquidos na ponta longa — atingiu a mínima de 14,22%, em baixa de 29 pontos-base ante o ajuste da sexta-feira.

Embora a curva comece a precificar juros menores nos próximos anos, o relatório Focus do Banco Central, divulgado pela manhã, mostrou que as projeções de economistas do mercado para a inflação seguem piorando. A mediana para o IPCA — o índice oficial de inflação — em 2025 passou de 5,58% para 5,60% e em 2026 foi de 4,30% para 4,35%, conforme o Focus. Em ambos os casos os percentuais estão bem acima do centro da meta contínua perseguida pelo BC, de 3%.

A Selic projetada no Focus para o fim de 2025 está em 15,00% e para o final de 2026, em 12,50%. Já a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2025 está em 2,01% e em 2026 é de 1,70%.

Em meio ao ‘tarifaço’ de Trump, secretário-executivo da Fazenda diz que Brasil precisa garantir fortaleza na própria economia

Em meio ao tarifaço dos Estados Unidos (EUA), o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta segunda-feira (17), no evento Plano de Voo, da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), que o Brasil precisa fortalecer a sua economia. 

“Em um ambiente externo volátil, em que temos muita dúvida sobre qual vai ser a política de um ou de outro país, precisamos garantir fortaleza na nossa economia”, disse. “Temos que gerar as expectativas de uma economia que quer se desenvolver de maneira sustentável, aproveitando os seus pontos fortes, seja no agro, na indústria, ou no serviço”.

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Serena Energia (SRNA3): Itaú BBA vê conversas sobre deslistagem impulsionando desempenho

Uma possível deslistagem da Serena Energia (SRNA3) entrou no radar do mercado, após a Exame noticiar que o fundo soberano de Cingapura (GIC) deu início a conversas para obter fatia da companhia, o que pode resultar em um fechamento de capital.

Segundo fontes ouvidas pelo jornal, a operação seria conjunta com a General Atlantic, dona da Actis, que é a maior acionista da Serena com 26,8% do capital da companhia.

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GPA (PCAR4) deve ter ano pressionado por alavancagem e concorrência do atacarejo, diz corretora

A Genial Investimentos rebaixou a recomendação para as ações do GPA (PCAR4), de compra para manter, e reduziu o preço-alvo para R$ 3,50, ante R$ 4,20 – o que representa um potencial de valorização de 18%.

A corretora disse ter levado em conta para o rebaixamento a redução do diferencial entre a inflação geral e a inflação alimentar, que, na avaliação dos analistas, pode impactar negativamente a bandeira Mercado Extra, voltada para as classes B C D. A genial avalia que esse público pode migrar para formatos de cash-and-carry (atacarejo) em busca de preços mais baixos.

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Elétricas: Altas de até 218% e dividendos; o que esperar dos resultados?

As elétricas devem reportam resultados mais fracos no quarto trimestre, o que não impede algumas empresas de se destacarem, diz o Safra em relatório enviado a clientes na segunda-feira.

De acordo com analistas, a Eneva (ENEV3), por exemplo, pode ver seu lucro subir 218%. A empresa deve se beneficiar da consolidação de ativos em comparação com o ano passado.

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Gerdau (GGBR4): Brasil deve se destacar frente aos EUA no 4T24 e Trump pode ajudar margens no 1T25, diz Genial

Gerdau (GGBR4) deve reportar uma receita líquida de R$ 16,3 bilhões no quarto trimestre de 2024 (4T24) na quarta-feira (19), de acordo com a Genial Investimentos. O número representa um avanço de 10,8% no comparativo anual.

Segundo os analistas, o resultado é reflexo dos recentes ajustes operacionais e da queda trimestral nos embarques consolidados. Em termos regionais, o segmento “ON Brasil” deve ser o destaque positivo, com embarques estimados em 1.278Kt, avanço de 0,7% em um ano, impulsionado pela demanda doméstica resiliente em setores como construção civil e infraestrutura, bem como pelo direcionamento estratégico para exportações em um ambiente cambial favorável.

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Governo espera desaceleração ‘natural’ do PIB brasileiro em 2025, diz secretário-executivo da Fazenda

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo espera uma desaceleração “natural” da economia brasileira em 2025. A expectativa da Secretaria de Política Econômica é de que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 2,3% este ano — projeção mais otimista do que a do mercado financeiro.

“Já temos percebido uma desaceleração da economia — os dados do Caged do fim do ano e alguns dados de janeiro e fevereiro têm apontado para isso. É natural que tenhamos um ano com crescimento um pouco inferior ao que vimos nos dois anos anteriores“, disse nesta segunda-feira (17) no evento Plano de Voo, da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham).

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Sem surpresas positivas esse ano: Brasil caminha para uma ‘estagflação’, apontam economistas do UBS BB

Após surpresas no Produto Interno Bruto (PIB) nos últimos anos, os economistas do UBS BB avaliam que o Brasil está no caminho para uma “estagflação”, ou seja, com perspectivas de desaceleração da economia com uma inflação persistente.

Na avaliação da equipe, nos últimos três ano o PIB cresceu cerca de 3% ao ano e ficado acima das projeções iniciais feitas pelos mercados. No entanto, os economistas indicam um “erro sistemático” que pode ter levado as expectativas para um viés positivo para 2025 e 2026.

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