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Tempo real: Ibovespa recua com pesos-pesados e dólar sobe a R$ 5,69 ; Azul (AZUL4) cai 2% após pedido de recuperação judicial nos EUA

28 maio 2025, 6:30 - atualizado em 28 maio 2025, 17:23
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) operou de lado na esteira das bolsas de Wall Street em dia movimentado por dados econômicos no Brasil, continuidade das discussões sobre o IOF e ata da mais recente reunião do Banco Central dos Estados Unidos.

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Nesta quarta-feira (28), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 138.887,81 pontos, com queda de 0,47%. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,6952, com alta de 0,88% ante o real. 

No cenário doméstico, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) concentraram as atenções. Em abril, o Brasil criou 257.528 vagas formais de trabalho, acima da expectativa de economistas de 175 mil empregos formais.

O mercado também continuou a acompanhar os desdobramentos das negociações sobre as mudanças do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em Brasília.

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Nos Estados Unidos, os índices de Wall Street devolveram parte dos ganhos da véspera, com expectativa para os resultados da Nvidia e reação à ata da mais recente reunião do Federal Reserve (Fed).

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta quarta-feira (28) em tempo real

Ao vivo
S&P rebaixa rating da Azul (AZUL4) para calote após recuperação judicial nos EUA; Fitch acompanha

A S&P rebaixou o rating da Azul (AZUL4) de CCC para D, o mais baixo e que, na prática, significa calote, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (28).

Junto com a S&P, a Fitch também rebaixou o rating de CCC para D.

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Sabesp (SBSP3) exerce preferência e compra duas concessionárias no interior de SP

A Sabesp (SBSP3) comunicou ao mercado nesta quarta-feira (28) que firmou contrato com a Iguá Saneamento (IGSN3) para adquirir a totalidade das ações das concessionárias Águas de Andradina e Águas de Castilho, ambas no interior de São Paulo.

Com a aquisição – que não teve seu valor revelado -, a empresa passa a deter 100% do capital social das duas companhias, que prestam serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário nos municípios de Andradina e Castilho.

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Cemig (CMIG4): Justiça suspende cobrança de R$ 912 milhões de fundo de pensão

A Justiça de Minas Gerais suspendeu cobrança de R$ 912 milhões que a Cemig (CMIG4) teria que pagar à Fundação Forluminas de Seguridade Social (Forluz), responsável pela previdência complementar dos empregados da elétrica.

Segundo o documento enviado ao mercado nesta quarta (28), a suspensão vale até o trânsito em julgado da sentença de mérito.

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BC diz que crédito dá sinais de desaceleração, mas ainda em ritmo elevado e requer cautela

O Comitê de Estabilidade Financeira (Comef) do Banco Central avaliou em reunião esta semana que o crédito no país apresentou “leves sinais” de desaceleração, mas segue em ritmo ainda elevado apesar de condições financeiras restritivas.

Em nota divulgada nesta quarta-feira (28) após reunião do Comef, o BC afirmou que o cenário, caracterizado por elevação da taxa básica de juros e pelos níveis atuais de inadimplência, comprometimento de renda e endividamento das famílias, além do endividamento das empresas, “requer cautela e diligência adicionais na concessão de crédito”.

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Mercado Pago vai solicitar licença bancária ao banco central da Argentina

O gigante de comércio eletrônico Mercado Livre (MELI34) informou nesta quarta-feira (28) que seu braço financeiro, Mercado Pago, vai solicitar uma licença bancária ao banco central da Argentina.

  • Azul (AZUL4) entra com pedido de recuperação judicial nos EUA; Veja o que está no radar dos investidores no Giro do Mercado desta quarta-feira (28)

Em comunicado, o Mercado Pago disse que a medida busca expandir “sua oferta de serviços dentro de seu modelo 100% digital” e que a decisão é parte de uma estratégia regional já em andamento em outros mercados-chave como Brasil e México.

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Usiminas (USIM5) cai taxação sobre produtos siderúrgicos; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (28)

A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por Usiminas (USIM5) com a decisão do governo brasileiro de renovar as tarifas de 25% sobre 23 produtos siderúrgicos. 

O destaque, porém, foi Azul (AZUL4), que encerrou a sessão com queda de mais de 2%. Pela manhã, a companhia aérea entrou com o pedido de recuperação judicial (Chapter 11) nos Estados Unidos.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta quarta-feira (28):

> Usiminas (USIM5): -4,67%, a R$ 5,31

> Azul (AZUL4): -3,74%, a R$ 1,03

> CSN (CSNA3): -3,67%, a R$ 8,67

> Marcopolo (POMO4): -2,97%, a R$ 7,19

> Vivara (VIVA3): -2,75%, a R$ 25,48

Brava Energia (BRAV3) sobe mais de 4%; confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (28)

A ponta negativa foi liderada por Brava Energia (BRAV3), que ganhou força com o petróleo. Os investidores também reagem ao pedido do acionista Yellowstone de exclusão de artigos que tratam da obrigatoriedade de realização de oferta pública de aquisição de ações (OPA) em caso de aquisição de participação relevante, presentes no estatuto da companhia.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta quarta-feira (28):

> Brava Energia (BRAV3): +4,28%, a R$ 19,74

> Vamos (VAMO3): +3,75%, a R$ 4,70

> PetroReconcavo (RECV3): +3,40%, a R$ 14,89

> Minerva (BEEF3): +3,37%, a R$ 5,22

> JBS (JBSS3): +2,62%, a R$ 40,41

Ibovespa perde força aos 138 mil pontos com discussões do IOF no radar; dólar sobe a R$ 5,69

O Ibovespa (IBOV) operou de lado na esteira das bolsas de Wall Street em dia movimentado por dados econômicos no Brasil, continuidade das discussões sobre o IOF e ata da mais recente reunião do Banco Central dos Estados Unidos.

Nesta quarta-feira (28), o principal índice da bolsa brasileira fechou aos 138.887,81 pontos, com queda de 0,47%. 

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Bolsas de NY fecham em queda com ata do Fed e à espera da Nvidia

Nos Estados Unidos, os índices de Wall Street devolveram parte dos ganhos da véspera, com expectativa para os resultados da Nvidia e reação à ata da mais recente reunião do Federal Reserve (Fed).

Na ata, o BC norte-americano afirmou que Estados Unidos (EUA) podem enfrentar “trade-offs difíceis” nos próximos meses caso a inflação suba e as perspectivas de crescimento e de emprego enfraqueçam.

O Fed disse que “quase todos os membros comentaram sobre o risco de a inflação se mostrar mais persistente do que o esperado”, conforme a economia do país se adapta às tarifas anunciadas pelo presidente Donald Trump. “Espera-se que as tarifas aumentem significativamente a inflação este ano e proporcionem um impulso menor em 2026”, dizem os participantes do Fomc. Na última reunião, o Comitê manteve os juros inalterados na faixa de 4,25% a 4,50% ao ano.

Confira como fecharam os índices de Nova York:

> Dow Jones: -0,58%, aos 42.098,70 pontos;

> S&P 500: -0,56%, aos 5.88,55 pontos; 

> Nasdaq: -0,51%, aos 19.100,94 pontos.

Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a quarta-feira (28) em baixa de -0,39%, aos 139.059,45 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

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Dólar tem alta a R$ 5,69 com ata do Fed e debate entre Congresso e governo sobre IOF

Depois de um breve alívio, o dólar ganhou força ante as moedas fortes e emergentes, com os investidores mais avessos a risco em meio às negociações dos Estados Unidos com vários países sobre tarifas e reação à ata da mais recente reunião do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA). Dados econômicos brasileiros também movimentaram o mercado de câmbio, mas não o suficiente para a valorização do real.

Nesta quarta-feira (28), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,6952, com alta de 0,88% ante o real. Durante a sessão, a divisa chegou a ser cotada a R$ 5,7178.

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>> Dólar à vista fecha a R$ 5,6952, com alta de 0,88%
“O Brasil não tem plano B”, avalia ministro das Cidades sobre FGTS

Responsável por grande parte dos financiamentos imobiliários do país, o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) segue como uma das principais preocupações do setor, de acordo Jader Filho, ministro das Cidades.

Ele participava do Summit Abrainc 2025, nesta quarta-feira (28), em São Paulo, quando fez a fala sobre o benefício social.

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Colheita de café arábica do Brasil mostra safra menor com grãos de boa qualidade

A safra brasileira de café arábica de 2025 está começando com um sentimento misto, uma vez que as operações de colheita confirmam as previsões de uma produção menor durante o chamado ciclo baixa, enquanto o tamanho dos grãos mostra melhora, disseram especialistas do setor à Reuters nesta semana.

Na região do Cerrado Mineiro, onde os produtores colheram cerca de 4% da safra esperada, uma média de 30% a 40% dos grãos são graúdos, com peneira de 17-18, disse Wellis Caixeta, gerente de compras de café da cooperativa Expocacer.

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Clima frio e seco vai intensificar colheita de soja na Argentina

As condições de clima seco e frio esperadas para os próximos dias ajudarão a secar os campos agrícolas da Argentina, permitindo que os produtores intensifiquem a colheita de soja atrasada após repetidas chuvas, informaram as bolsas de Buenos Aires e Rosário nesta quarta-feira (28).

A Argentina é o maior exportador mundial de óleo e farelo de soja, mas as fortes chuvas em regiões agrícolas importantes paralisaram a colheita da oleaginosa, levantando preocupações sobre possíveis perdas de rendimento. O governo estima que a safra de soja de 2024/25 seja de 49 milhões de toneladas métricas.

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Só em 2026: Itaú diz que inflação volta para intervalo da meta apenas no 3º trimestre

A inflação brasileira só deve voltar para o intervalo da meta no terceiro trimestre de 2026 (3T26), prevê o Itaú Unibanco. O objetivo perseguido pelo Banco Central (BC) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para cima ou para baixo.

A projeção do economista-chefe da instituição, Mário Mesquita, e de sua equipe é de que o acumulado de um ano do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) chegue a 4,5% no período de julho a setembro de 2026. Já no fechamento do próximo ano, a inflação deve descer para 4,4%.

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Com juros altos, FIIs precisam ‘provar seu valor’, avaliam gestores; entenda

Com os juros elevados redesenhando as escolhas dos investidores, os fundos imobiliários precisam provar seu valor em meio à concorrência com a renda fixa tradicional.

A avaliação é de especialistas presentes no 14º Seminário de Gestão de Investimentos das EFPCs, realizado nesta quarta-feira (28), que reuniu nomes como Cesare Rivetti, sócio-fundador da Fram Capital, Fabio Mazzeo, responsável pelas relações com institucionais da casa, e Maximo Lima, CEO da HSI.

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Azul (AZUL4): B3 exclui ações do Ibovespa (IBOV) e demais índices; veja quais

As ações da Azul (AZUL4) deixarão todos os índices da B3 após o pregão de quinta-feira (29), ou seja, a partir de 30 de abril.

O movimento de exclusão ocorre por conta do pedido de recuperação judicial nos Estados Unidos anunciado pela aérea nesta quarta (28), conforme regras da Bolsa brasileira.

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BMG/Caged: Mercado de trabalho segue sendo um desafio para o Banco Central

Para o economista-chefe do BMG, Flávio Serrano, o Caged acima do esperado reforça a visão de que o mercado de trabalho continua aquecido no Brasil.

O Brasil abriu 257.528 vagas formais de trabalho em abril, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O resultado do mês passado foi fruto de 2.282.187 admissões e 2.024.659 desligamentos e ficou muito acima da expectativa de economistas apontada em pesquisa da Reuters de criação líquida de 175.000 vagas.

“A dinâmica extremamente robusta do emprego continua sendo um contraponto ao cenário de desaceleração da atividade econômica, que é necessária – mas não suficiente – para a acomodação da inflação doméstica. Assim, o dado de hoje, aliado a outras informações sobre o mercado de trabalho, como taxa de desemprego e rendimento médio real, segue sendo um desafio para o Banco Central na condução da política monetária”, afirmou o economista.

Ele espera que o Copom mantenha a Selic em 14,75% ao ano na próxima reunião, que acontece entre os dias 17 e 18 de junho.

Bank of America (BofA) eleva preço-alvo de Prio (PRIO3) para R$ 67

O Bank of America (BofA) elevou o preço-alvo para as ações da Prio (PRIO3) de R$ 64 para R$ 67, o que representa um potencial de valorização de 70% sobre o preço de fechamento anterior. O banco manteve a recomendação de compra.

Segundo os analistas do BofA, o novo preço-alvo incorpora a recente aquisição dos 60% restantes do campo de Peregrino. “A aquisição adiciona R$ 6,00 a ação ao nosso preço-alvo, parcialmente compensada pela valorização cambial da equipe de Economia do Banco do Brasil (de R$ 5,75 o dólar para R$ 5,50 o dólar no final de 2025). Esta aquisição foi anunciada no início de maio.”, escreveram os analistas.

“A empresa é uma das nossas principais escolhas no setor de Petróleo e Gás. Mesmo com premissas de produção mais conservadoras, projetamos um forte FCFE (Fluxo de Caixa Livre para o Patrimônio Líquido projetado para 2026 e 2027 – prevemos um rendimento acumulado de FCFE de 72% em 2026/27. Vemos o início da operação do campo de Wahoo como um catalisador muito forte para a ação”, acrescenta o relatório.

 

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