Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS)
RESUMO DO DIA: O Ibovespa(IBOV) acompanhou a ‘surpresa’ positiva do exterior e estendeu os ganhos nesta quinta-feira (11).
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O principal índice da bolsa brasileira fechou com alta de 0,85%, aos 128.293,61 pontos. Com avanço pela nona sessão consecutiva, o índice registrou a maior sequência de ganhos desde fevereiro de 2018.
O dólar à vista (USDBRL) interrompeu a pequena sequência de quedas e terminou o dia com alta de 0,55%, a R$ 5,4426.
Empiricus Research libera +100 relatórios gratuitos em plataforma exclusiva; libere seu acesso aqui
Por aqui, os investidores repercutiram o avanço das vendas no varejo em maio acima das expectativas.
Mas as atenções se concentraram mais uma vez no exterior. O tom positivo foi impulsionado pela desaceleração da inflaçãonos Estados Unidos.O Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) de junho surpreendeu o mercado e registrou deflação de 0,1% no mês ante maio, enquanto era esperado uma alta de 0,1%. Na base anual, a inflação subiu 3%.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O núcleo do CPI, que exclui itens mais voláteis como energia e alimentos, subiu 0,1% na base mensal, abaixo do consenso do mercado de alta de 0,2%. Na base anual, o núcleo da inflação subiu 3,3%.
Embora não seja o indicador inflacionário preferido do BC norte-americano, ele ajuda o mercado a ajustar as apostas sobre o futuro da taxa de juros. Em reação, o mercado aumentou as apostas de redução nos juros para quase 90% em setembro e passou a enxergar até três cortes pelo Fed até dezembro deste ano.
Com isso, a instituição, por meio do BNDESPar, passou a deter cerca de 34,9 milhões de units da Energisa. Cada unit é composta por uma ação ordinária e quatro ações preferenciais da companhia.
MPF pede à Justiça extradição de ex-CEO da Americanas Miguel Gutierrez
Gutierrez foi alvo de um mandado de prisão emitido pela 10ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro em junho. (Reprodução)
O Ministério Público Federal (MPF) solicitou à 10ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro a extradição do ex-presidente-executivo da AmericanasMiguel Gutierrez, alvo de uma operação da Polícia Federal que apura a sua participação e a de outros ex-executivos da varejista em uma fraude bilionária.
Os procuradores justificaram no pedido, datado de quarta-feira, que o requerimento é necessário na medida que, caso negada a extradição, “abre-se a possibilidade de processamento do requerido no Reino da Espanha”, isto é, a possibilidade de ser processado e julgado no Estado requerido, neste caso a Espanha, onde reside atualmente.
B3 (B3SA3) volta a registrar queda no número de investidores
O número de investidores (CPFs individuais) caiu 3,9% em um ano. (Imagem: Divulgação/B3)
A B3 (B3SA3) informou nesta quinta-feira (11) que o volume financeiro médio diário total em ações caiu 21,4% em um ano, a R$ 23,9 bilhões em junho – em comparação ao mês anterior, a baixa foi de 3%.
O número de investidores (CPFs individuais) caiu 3,9% em um ano e 0,2% na base mensal, chegando a 5,109 milhões. Em maio, a empresa já havia registrado baixa, de 3,3% na comparação com o mesmo período de 2023.
Direcional (DIRR3): Vendas líquidas atingem recorde de R$ 1,6 bi no 2T24; veja prévia operacional
O Grupo Direcional reportou geração de caixa de R$ 219 milhões no 2T24 (Foto: Flávya Pereira/Money Times)
A Direcional (DIRR3) comunicou nesta quinta-feira (11) que reportou um recorde nas suas vendas líquidas do 2T24, em R$ 1,6 bilhão, 68% acima do 2T23. Nos primeiros seis meses de 2024 (1S24), as vendas líquidas alcançaram R$ 2,9 bilhões.
Assim como havia ocorrido no 1T24, como consequência do forte volume observado em termos de Vendas Líquidas, a Velocidade de Vendas consolidada – medida pelo indicador VSO (Vendas Líquidas Sobre Oferta) – acelerou significativamente no 2T24, atingindo 26%, superando em 470 bps a VSO do trimestre anterior e em 890 bps a VSO do mesmo trimestre de 2023.
Tenda (TEND3): Preços sobem e engordam vendas no 2T24; veja destaque da prévia
Segundo a empresa, os números do trimestre foram puxados pelo aumento do preço médio por unidade (Foto: Tenda/Divulgação)
A Tenda (TEND3), ação de destaque no mês de julho, com disparada de 24% em pouco menos de 10 sessões, encerrou o segundo trimestre com vendas de líquidas de R$ 907 milhões, alta de 24% em relação ao mesmo período do ano passado, mostra prévia operacional enviada ao mercado nesta quinta-feira (11).
No período, o valor geral de venda (VGV) totalizou R$ 830 milhões, com preço médio de R$ 226,5 mil, e velocidade sobre a oferta líquida (“VSO Líquida”) de 32,7%, alta de 6,4 pontos percentuais.
Camil (CAML3) vê lucro líquido crescer 22,6%, para R$ 78,5 milhões no 1T24
A receita líquida da companhia ficou em R$ 2,9 bilhões, crescimento de 9% ante o 1T23; confira os números da Camil (Imagem: Facebook/Camil)
A Camil (CAML3) reportou seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2024 (1T24), de março a maio, nesta quinta-feira (11). A empresa viu seu lucro líquido crescer 22,6% na comparação com 1T23, para R$ 78,5 milhões.
Já o Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou em R$ 254,5 milhões, incremento de 28,2% na comparação com o mesmo trimestre do ano passado.
Calendário de resultados do 2T24: Veja as datas e horários dos balanços das empresas da B3
Temporada de resultados do 2T24 começa no meio de julho (Imagem: Getty Images Pro/Canva Pro)
Mais uma temporada de resultados das empresas listadas na Bolsa brasileira vem aí. A divulgação dos balanços do segundo trimestre de 2024 (2T24) vai até meados de agosto.
A Romi(ROMI3) abre a temporada com a divulgação dos seus números na próxima quarta-feira (17). Mas é apenas no fim de julho e início de agosto que o calendário ganha fôlego, quando a maioria das empresas reportam seus balanços.
Telefônica Vivo (VIVT3): Morgan Stanley eleva recomendação e vê potencial de alta de 26% para as ações listadas em NY
(Imagem: REUTERS/Nacho Doce)
Analistas do Morgan Stanley elevaram a recomendação das ações da Telefônica Brasil (VIVT3), que opera sob a marca Vivo, de equal-weight (equivalente a neutra) para overweight (equivalente a compra), de acordo com relatório enviado a clientes nesta quinta-feira (11).
Taxas de DIs longas caem após dados de inflação nos EUA
As taxas dos DIs fecharam em queda, em especial entre os contratos mais longos, com a curva brasileira reagindo por um lado à baixa dos rendimentos dos Treasuries, após dados de inflação mais favoráveis nos EUA, e por outro ao avanço do dólar ante o real, na contramão da queda da divisa norte-americana no exterior.
Entre os contratos mais curtos, as taxas terminaram muito próximas da estabilidade.
No fim da tarde a taxa do DI (Depósito Interfinanceiro) para janeiro de 2025 — que reflete a política monetária no curtíssimo prazo — estava em 10,55%, ante 10,528% do ajuste anterior. Já a taxa do DI para janeiro de 2026 estava em 11,08%, ante 11,072% do ajuste anterior, enquanto a taxa para janeiro de 2027 estava em 11,295%, ante 12,311%.
Entre os contratos mais longos, a taxa para janeiro de 2031 estava em 12,71%, ante 11,763%, e o contrato para janeiro de 2033 tinha taxa de 11,73%, ante 11,772%.
Na agenda do dia, o dado mais aguardado pelos investidores era o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos.
*Com informações de Reuters
17h33
Cyrela (CYRE3) desacelera nos principais indicadores do 2T24; veja prévia
A velocidade de vendas, por outro lado, subiu 4,5 pontos percentuais, para 52,6% (Foto: Flávya Pereira/Money Times)
A Cyrela (CYRE3) vendeu R$ 2,3 bilhões no segundo trimestre de 2024, queda de 5% em relação ao mesmo período do ano passado, mostra prévia operacional enviada ao mercado nesta quinta-feira (11).
Ibovespa (IBOV) fecha em alta pela 9ª vez consecutiva e tem maior sequência de ganhos desde 2018; dólar sobe a R$ 5,44
(Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)
O Ibovespa (IBOV) estendeu mais um dia de ganhos, sem nenhuma queda em junho. O principal índice da bolsa brasileira encerrou com avanço de 0,85%, aos 128.293,61 pontos.
Com a desaceleração da inflação e a elevação das apostas de cortes dos juros nos Estados Unidos a partir de setembro, as bolsas de Nova York fecharam sem direção única.
S&P 500 e Nasdaq, que fecharam nas máximas históricas na véspera, recuaram com movimento de reação das ações de tecnologia.
Confira o fechamento dos índices de Nova York:
S&P 500: -0,88%, aos 5.584,54 pontos;
Dow Jones: +0,08%, aos 39.753,75 pontos;
Nasdaq: -1,95%, aos 18.283,41 pontos.
17h01
**Dólar à vista fecha com alta de 0,55%, a R$ 5,4426
17h00
Contratos futuros do milho, soja e trigo se recuperaram antes de dados do USDA
Clima estável e pressão de uma perspectiva ensolarada para a safra global derrubou preços da soja e milho na quinta-feira (Imagem: REUTERS/Valentyn Ogirenko)
Os futuros de trigo, milho e soja de Chicago recuperaram terreno nesta quinta-feira (11), após as perdas dramáticas de ontem, com os investidores cobrindo posições vendidas antes do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, previsto para ser divulgado na sexta-feira (12).
**Ibovespa bate máxima aos 128.309,96 pontos, com alta de 0,86%
16h40
Cury (CURY3) apresenta números fortes e supera expectativas; é hora de comprar?
Por volta das 16h15 os papéis da Cury desvalorizavam 0,82%, sendo negociado a R$ 21,77. (Foto: Cury/Divulgação)
A Cury (CURY3) relatou outro conjunto de fortes números operacionais neste segundo trimestre de 2024, superando as expectativas de grande parte do mercado. Desta forma, as principais instituições reiteram a recomendação de compra nos papéis da companhia, afirmando que os ativos negociam a um prêmio em relação aos seus pares.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.