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Tempo real: Ibovespa (IBOV) termina pregão em queda, mas sustenta os 119 mil pontos à espera do Copom; dólar fecha a R$ 5,42

17 jun 2024, 7:03 - atualizado em 17 jun 2024, 17:51

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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

RESUMO: Na expectativa pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central e as preocupações com o cenário fiscal no radar, o principal índice da bolsa brasileira segurou os 119 mil pontos por mais uma sessão.

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O Ibovespa (IBOV) fechou em queda de 0,44%, aos 119.137,86 pontos.

Já o dólar à vista terminou a sessão a R$ 5,4219, com alta de 0,74%.

Entre as ações negociadas no Ibovespa, Itaú PN (ITUB4) fechou como a maior alta do pregão. Os papéis foram impulsionados pela elevação de recomendação pelo Morgan Stanley. Na ponta negativa, os papéis da Rede D’Or (RDOR3) lideraram as perdas do índice pressionados pelo avanço da curva de juros.

Por aqui, os investidores reagiram a declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O chefe da pasta econômica disse que o presidente Lula “se apropriou” dos números apresentados pela equipe sobre os gastos federais com “bastante atenção”, o que abriu uma janela “importante” para a discussão do tema.

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Em segundo plano, o mercado repercutiu o Relatório Focus. As expectativas para a inflação (IPCA) aumentaram de 3,90% para 3,96% e a taxa básica de juros (Selic) de 10,25% para 10,50% ao ano.

De olho no Copom, que acontece na próxima quarta-feira (19), as apostas do mercado se dividem entre mais um corte de 0,25 ponto percentual da taxa Selic e uma pausa no afrouxamento monetário. A volta da inflação, riscos fiscais e cenário internacional de juros estão pesando na decisão do BC.

Lá fora, as bolsas de Nova York terminaram o dia em alta, com declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed) no radar. S&P 500 e Nasdaq renovaram os recordes históricos de fechamento.

 

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta segunda-feira (17) em tempo real



Ao vivo
Petrobras (PETR4) aceita acordo tributário e terá impacto de bilhões de reais; dividendos em risco?
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A empresa ganhou um ‘descontão’ de 65%, que correspondem a R$ 19,80 bilhões (Imagem: REUTERS)

A Petrobras (PETR4) jogou a toalha e resolveu por fim a uma disputa tributária de incidência do IRRF (Imposto de Renda), da Cide (contribuição de intervenção), do PIS (Programa de Integração Social) e da Cofins sobre remessas ao exterior, que totaliza R$ 44,79 bilhões.

Por 10 votos a favor, o conselho de administração aprovou a adesão ao Edital de Transação PGFN-RFB 6/2024 para encerrar litígios da estatal com o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf)

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Smart Fit (SMFT3) anuncia pagamento de JCP; confira valores e data de pagamento
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O pagamento do JCP pela Smart Fit será realizado em 31 de julho de 2024; saiba quem tem direito a receber os valores (Imagem: Divulgação/Smart Fit)

A Smart Fit (SMFT3) anunciou que pagará R$ 50 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP), segundo comunicado publicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O valor pago será de 0,0852889683 por ação, sujeito à retenção de 15% de Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), na forma da legislação em vigor, com exceção dos acionistas imunes e/ou isentos.

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Petrobras adere a acordo tributário e terá impacto de quase R$ 12 bi no 2º tri
Microsoft ultrapassa Apple, voltando a ser empresa mais valiosa do mundo
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Microsoft ultrapassa Apple, voltando a ser empresa mais valiosa do mundo (Imagem: REUTERS/Gonzalo Fuentes)

As ações da Microsoft (MSFT) avançaram 1,3% nesta segunda-feira (17), encerrando o dia com um valor de mercado de US$ 3,33 trilhões, deixando Apple (AAPL) e Nvidia (NVDA) para trás.



Na última semana, a Apple tinha ultrapassado a Microsoft em valor de mercado, após anunciar parceria com a OpenAI. Contudo, hoje a empresa fechou com US$ 3,32 trilhões e a Nvidia com US$ 3,22 trilhões em valor de mercado.

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Dividendos: Mineradora que sobe mais de 40% no ano pagará valores; veja data
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As ações da companhia serão negociadas ex-direito a juros sobre o capital próprio a partir de 25 de junho de 2024, inclusive

A Aura Minerals (AURA33), um dos destaques na bolsa até agora, trouxe mais uma boa notícia para o seu investidor. A mineradora de ouro aprovou o pagamento de US$ 25 milhões em dividendos.

Segundo o documento, enviado ao mercado nesta segunda-feira (17), o valor por ação será de US$ 0,35.

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Itaúsa (ITSA4) pagará quase R$ 1 bi em JCP; saiba data do pagamento
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O valor do JCP será somado aos R$ 723 milhões, de R$ 0,07 por ação (líquidos de R$ 0,0595 por ação), declarados em 18 de março de 2024(Imagem: Itausa)

Itaúsa (ITSA4) pagará R$ 977 milhões em Juros sobre Capital Próprio (JCP), mostra documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (17).

Serão pagos R$ 0,0946 por ação (líquidos de R$ 0,08041 por ação), tendo como data-base a posição acionária final do dia 20 de junho de 2024.

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Marisa (AMAR3) adia balanço do primeiro trimestre de 2024
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Desde o ano passado a Marisa passa por uma reestruturação administrativa. (Imagem: Kaype Abreu/Money Times)

A Marisa (AMAR3) adiou a divulgação dos dados do primeiro trimestre de 2024, que estava programada para esta segunda-feira (17). Faz cerca de um mês que as empresas da Bolsa reportaram os números do período.

A varejista de moda não informou uma nova data para a divulgação dos resultados, embora tenha dito que está empreendendo “todos melhores esforços” para assegurar que as informações contábeis e financeiras sejam prestadas “o mais breve possível”.

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Campos Neto e Galípolo vão unir forças e cravar Selic a 10,50%? Veja o que esperar do Copom desta semana
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Mercado aposta na manutenção da Selic no patamar de 10,50% na reunião do Copom desta semana (Imagem: Agência Brasil)

O mercado já não espera um novo corte na Selic na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) desta semana — que acontece entre terça (18) e quarta-feira (19). Os bancos BTG Pactual, Itaú, Santander UBS BB atualizaram suas projeções e veem uma pausa no ciclo de flexibilização da política monetária.

Na opção de Copom — que reflete as expectativas para a taxa de juros —, a aposta também é de manutenção no quarto encontro do ano, com o contrato negociado a R$ 93. A redução de 0,25 ponto percentual (p.p.), por sua vez, valia R$ 5,34.

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Aura Minerals pagará R$ 21 milhões em JCPs
Itaúsa (ITSA4) pagará R$ 1,7 bilhão em JCPs
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Altas e quedas do Ibovespa

Na ponta positiva do Ibovespa, o setor bancário liderou os ganhos. Confira as maiores altas do índice hoje:

  • Itaú (ITUB4): +2,44%, a R$ 31,90
  • B3 (B3SA3): +1,83%, a R$ 10,56
  • Santander (SANB11): +1,44%, a R$ 27,47
  • São Martinho (SMTO3): +1,33%, a R$ 31,15
  • Bradesco (BBDC4): +1,09%, a R$ 12,97

Na ponta negativa do Ibovespa, as ações cíclicas, mais sensíveis aos juros, foram pressionadas com a renovação das preocupações com o cenário fiscal. Confira as maiores baixas do índice:

  • Rede D’Or (RDOR3): -5,16%, a R$ 25,54
  • Braskem (BRKM5): -5,11%, a R$ 17,47
  • LWSA (LWSA3): -4,29%, a R$ 4,02
  • Magazine Luiza (MGLU3): -3,93%, a R$ 10,99
  • Yduqs (YDUQ3): -3,92%, a R$ 10,78
Dólar acima de R$ 5,40: Agentes da cadeia do milho e soja que ganham com rali da moeda; e as ações?
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Agentes que consomem milho e soja no mercado doméstico, assim como os que possuem receita no mercado interno, podem sair perdendo (Foto: Pixabay)

O dolár futuro avançava 0,86%, em R$ 5,429, por volta 16h45. No último mês, a moeda acumula uma valorização de 5,99% (R$ 0,307) e um salto de 8,43% (R$ 0,422) nos últimos três meses. A partir deste cenário, destacamos os reflexos para a cadeia da soja e milho do Brasil.

De modo geral, valorização do dólar é sempre positiva para exportadores. Sendo assim, como soja e milho são commodities majoritariamente exportadas pelo Brasil, essa valorização é positiva para a maior parte dos agentes.

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Dividendos: 7 ações para investir em meio à incerteza fiscal e Selic elevada, segundo o BBA
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Itaú BBA destaca sete ações com foco em dividendos para investir em tempos de incerteza (Imagem: REUTERS/Bruno Domingos)

O atual quadro fiscal e a perspectiva de uma taxa Selic ainda elevada geram incertezas para os investidores. Neste cenário, o Itaú BBA indica empresas com histórias de dividendos crescentes como um bom lugar para se posicionar.

A casa aponta que o Índice Dividendos (IDIV) vem superando consistentemente o Ibovespa (IBOV) nos últimos cinco anos, com um desempenho de 55,2%, contra 22,1%.

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Ibovespa (IBOV) fecha em baixa

O principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,44%, aos 119.137,86 pontos.

Os investidores seguiram atentos ao cenário fiscal, ainda no rescaldo de uma semana turbulenta. Mais cedo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o presidente Lula se “apropriou” dos números sobre a evolução dos gastos federais, apresentados pela equipe econômica, com “bastante atenção”.

O que, segundo o ministro abriu uma janela “importante” para a discussão do tema.

O mercado também aguarda a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que será divulgada na próxima quarta-feira (19). As expectativas são de manutenção dos juros em 10,50% ao ano.

 

 

Ibovespa estende as quedas da última semana; confira o que mexeu com o índice
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Ibovespa fecha em queda de 0,44% nesta segunda, estendendo a baixa da última semana (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

O Ibovespa estendeu as quedas da última semana nesta segunda (17), refletindo as questões fiscais no Brasil e a aversão à risco de investidores. 

O índice fechou em baixa de 0,44%, a 119.137,86 pontos.

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Dólar fecha a R$ 5,42

O dólar à vista terminou o pregão a R$ 5,4219, com alta de 0,74%.

A moeda norte-americana ganhou força ante o real, na esteira dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, os Treasurys — que renovaram máximas ao longo da sessão.

 

BTG Pactual corta preço-alvo, mas vê papel disparando 70%; veja qual
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BTG Pactual reduz o preço-alvo para Localiza (RENT3); Confira os motivos  (Imagem: Divulgação/ Localiza)

O BTG Pactual reduziu o preço-alvo da Localiza (RENT3) de R$ 90 para R$ 70, como forma de incorporar o último resultado trimestral, as tendências do mercado e o cenário macroeconômico atual. Mesmo assim, o potencial de alta continua significativo, de 70% ante o fechamento da última sexta-feira (14).

Os analistas Fernanda Recchia, Lucas Marquiori e Marcelo Arazi afirmaram que, apesar da falta de visibilidade no curto prazo dos seminovos, as divisões de locação têm desempenho forte.

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Itaú (ITUB4) lidera os ganhos do Ibovespa com alta de 2,50%, a R$ 31,92

As ações do Itaú PN (ITUB4) sobem mais de 2%, na liderança do setor financeiro. Os papéis avançam após o Morgan Stanley elevar a recomendação dos papéis negociados na Bolsa de Nova York (Nyse) de neutra para compra.

O banco elevou o preço-alvo de US$ 7,50 para US$ 8, o que equivale a uma potencial valorização de 38% em relação ao fechamento da última sexta-feira (14).

Klabin (KLBN11): BofA eleva preço e recomendação por queda do real e desconto histórico; vale compra?
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Novos questões de mercado oferecem uma redução de custos para Klabin, na avaliação da instituição; hora de comprar? (Imagem: LinkedIn/Klabin)

O Bank of America (BofA) elevou a recomendação para as ações da Klabin (KLBN11), de neutro para compra, com o preço-alvo passando de R$ 24 para R$ 28

O cenário ocorre a partir de três fatores principais: (i) ventos mais favoráveis para o setor de papel e celulose na América do Sul, com melhores preços para celulose; (ii) recuperação nos valores do kraftliner e (iii) desvalorização do real frente ao dólar (preço médio estimado em 2024 avançando de R$ 4,88 para R$ 5)

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Petróleo fecha em alta de 2%

O petróleo iniciou a semana em tom positivo. A commodity fechou em alta em meio ao dólar enfraquecido ante divisas globais e sinais de demanda aquecida nos Estados Unidos.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, com vencimento em agosto fecharam em alta de 1,97%, a US$ 84,25 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já os contratos para agosto do West Texas Intermediate (WTI) terminaram a sessão com alta de 2,14%, a US$ 79,72 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos Estados Unidos.

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