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TIM Brasil (TIMS3): Aquisição de R$ 950 milhões mira ganhos de eficiência operacional, segundo CEO

11 fev 2026, 15:16 - atualizado em 11 fev 2026, 15:16
TIM Brasil
CEO da TIM Brasil, Alberto Griselli (Imagem: Divulgação)

O CEO da TIM Brasil (TIMS3), Alberto Griselli, disse que a compra dos 51% restantes da I-Systems, anunciada na manhã desta quarta-feira (11), poderá viabilizar a eficiência das operações de fibra e resultar em expansão de margem.

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A telecom readquiriu o controle da I-Systems por R$ 950 milhões. Vale lembrar que a companhia já detinha 49% de participação e a aquisição total representa um passo no segmento de banda larga e mira qualidade de serviço e sinergias com a rede móvel.

A I-Systems é uma provedora especialista de redes compartilhadas de fibra óptica, presentes nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Goiás, Paraná, Pernambuco, Amazonas e Distrito Federal, somando mais de 9 milhões de homes passed (domicílios cobertos).

De acordo com as falas de Griselli, entre os benefícios da aquisição está o controle de ponta a ponta das operações, além do aumento da eficiência, fatores que devem contribuir para a expansão de margem.

Questionado sobre uma eventual participação da TIM no leilão pela fatia de 27,25% hoje detidos pela Oi na provedora de rede neutra V.tal. durante coletiva com jornalistas, o executivo afirmou que não está no radar a aquisição de participações minoritárias em empresas de banda larga fixa.

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O 4T25 da TIM

A telecom apresentou alta de 27,9% no lucro líquido normalizado do quarto trimestre de 2025 em relação ao mesmo período de 2024, chegando a R$ 1,349 bilhão.

A receita líquida expansão de 4,4% no quarto trimestre, chegando a R$ 6,920 bilhões. Já a receita com serviços móveis avançou 4,8%, para R$ 6,305 bilhões.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) normalizado cresceu 9,7% no quarto trimestre, para R$ 3,672 bilhões. A margem Ebitda aumentou 2,6 pontos porcentuais, indo a 53,1%, o maior patamar já registrado pela operadora.

O indicador no critério “normalizado” exclui receitas e despesas que a TIM considera não recorrente.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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