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TIM (TIMS3) anuncia acordo com a American Tower de olho na rede móvel; entenda

22 jan 2026, 8:01 - atualizado em 22 jan 2026, 8:01
TIM TIMS3
(Imagem: REUTERS/Stefano Rellandini)

A TIM Brasil (TIMS3) informou ao mercado, em comunicado divulgado na noite de quarta-feira (21), a celebração de um acordo com a American Tower para promover a sustentabilidade e a evolução de sua rede móvel.

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Segundo o documento, o conselho de administração da companhia aprovou a reorganização da parceria entre as duas empresas, consolidando todos os contratos anteriores em um único acordo com vigência até 2034.

O acordo inclui todo o parque de torres que compõe a relação atual entre TIM e American Tower, totalizando cerca de 9.000 torres, o que representa aproximadamente 30% da infraestrutura total da TIM.

“A iniciativa representa um passo relevante na relação de longo prazo entre a TIM e a ATC, reforçando o compromisso contínuo da companhia com eficiência operacional, simplificação de governança e evolução sustentável da rede”, diz a TIM.

O acordo também está alinhado ao Plano de Eficiência de Arrendamentos da TIM, divulgado ao longo dos últimos trimestres, e contribui para o alcance dos objetivos e metas do plano estratégico da companhia.

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Entre os principais benefícios da negociação, a TIM destaca a atualização e o alinhamento das cláusulas contratuais às condições atuais do mercado, proporcionando maior sustentabilidade e previsibilidade de despesas.

Citi rebaixa ações da TIM

Em relatório desta semana, o Citi rebaixou a recomendação das ações da TIM de compra para neutra e cortou o preço-alvo para os próximos 12 meses, em revisão das expectativas para o setor de telecomunicações. O banco reduziu o preço de R$ 27 para R$ 25.

“Fomos otimistas com TIM por algum tempo, não apenas como um veículo mais ‘limpo’ para capturar tendências favoráveis do móvel no pós-consolidação, mas também em função de perspectivas mais fortes de crescimento de fluxo de caixa e valuation mais barato”, escreveram os analistas André Cardona, Leandro Bastos, Luiz Felipe e Renan Prata.  

A equipe, porém, afirmou que os dados recentes justificam uma visão menos construtiva quanto à competição no segmento móvel, como os “ventos contrários de portabilidade e continuidade da diluição de participação das incumbentes no pós-pago”.

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Os analistas do Citi ainda destacam que a recente valorização das ações foi impulsionada, principalmente, por expansão de múltiplos – o que “piorou” a relação de risco-retorno sob a ótica de valuation 

 

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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