Guerra

Trégua entre EUA e Irã reduz tensão e abre espaço para diálogo, avalia governo brasileiro

23 mar 2026, 12:06 - atualizado em 23 mar 2026, 12:08
geraldo alckmin tarifa eua
O ministro e vice-presidente Geraldo Alckmin, que comentou sobre a trégua anunciada por Donald Trump (Reuters/Adriano Machado)

A trégua anunciada hoje (23) pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que prometeu não atacar alvos no Irã nos próximos cinco dias reduz a tensão global e abre espaço para o diálogo. A avaliação foi feita pelos ministros da Defesa, José Múcio, e Geraldo Alckmin, do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, após reunião entre ambos em Brasília (DF).

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“Em relação à questão da guerra, foi importante essa trégua de cinco dias, porque o primeiro passo é reduzir tensões, o que abre oportunidade de diálogo e entendimento. Isso (gerra) é um ‘perde perde’ para o mundo inteiro”, afirmou Alckmin, também vice-presidente da República.

Já o ministro da Defesa afirmou que, “como cidadão”, avalia o conflito como ruim para todos os setores. “Na hora em que você vê o barril de petróleo sair de 40, 60, para 100 dólares, é ruim para economia, saúde, alimentos, para absolutamente tudo. Mas o Itamaraty e presidente (Luiz Inácio) Lula (da Silva) têm trabalhado para sanar essas questões”, afirmou Múcio.

Sobre as intenções de Trump e dos Estados Unidos de declararem o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, José Múcio declarou que é preciso “preservar a nossa soberania e ver se é mero diacurso. Na hora que for para o campo da prática, governo vai saber intervir”.

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Alckmin ainda foi indagado sobre seu futuro político e se continuaria com candidato a vice-presidente repetindo a chapa com Lula, ou se poderia disputar uma vaga ao Senado por São Paulo, como deseja o presidente. Como sempre, o vice-presidente adotou novamente o tom misterioso e evitou comentários diretos.

“Em relação ao futuro, à candidatura, a gente não escolhe aquilo que vai servir à nação. É a nação que escolhe aonde vamos servir. Vamos aguardar”, concluiu, repetindo o bordão de que jornalistas e políticos são ansiosos.

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Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.
Jornalista formado pela PUC-Campinas, com pós-graduação em Agronegócios pela Faap. Com mais de 30 anos de profissão, atuou como repórter e editor na Folha de S.Paulo e na Broadcast/Estadão, entre outros veículos. Atualmente é editor-assistente de Política e Conjuntura no Money Times.
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