Internacional

Trump ameaça com novas tarifas, mas pode ser barrado pela justiça; ‘estamos perdidos’

13 jan 2026, 11:04 - atualizado em 13 jan 2026, 11:04
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Suprema Corte dos EUA decide sobre legalidade das tarifas de Trump; empresas como Costco contestam e país teme impactos econômicos. (Imagem REUTERS/Dado Ruvic/Imagem ilustrativa)

O segundo mandato de Donald Trump tem sido marcado pela aplicação de tarifas. O presidente norte-americano já se envolveu em uma guerra comercial com a China, entrou em tensão com o Brasil e agora ameaça parceiros comerciais do Irã com uma taxa de 25%.

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No entanto, as tarifas mais abrangentes de Trump enfrentam um teste histórico dos poderes presidenciais. A Suprema Corte dos Estados Unidos deve emitir um parecer na quarta-feira (14) sobre a legalidade das tarifas recíprocas impostas pelo republicano.

O caso é acompanhado de perto, já que empresas norte-americanas estão entrando com ações judiciais contra o governo na tentativa de obter reembolso das taxas de importação caso o tribunal considere que Trump não tinha autoridade para impor as tarifas.

O tribunal, que começou a analisar a questão em novembro, questiona o método pelo qual o presidente aplicou suas tarifas mais amplas, uma vez que Trump se apoiou em uma lei de 1977 destinada a emergências nacionais.

Trump tem demonstrado preocupação com a decisão da Suprema Corte, afirmando que perder a capacidade de impor tarifas seria um “golpe terrível” para os EUA. Na segunda-feira (12), disse que o país “estaria perdido” caso a corte barre as tarifas.

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“Se a Suprema Corte decidir contra os Estados Unidos da América nessa questão da segurança nacional, estamos perdidos!”, escreveu ele nas redes sociais.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou em entrevista que, se a Suprema Corte decidir contra as tarifas — algo que ele considera improvável —, o Tesouro possui fundos suficientes para cobrir eventuais reembolsos.

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Coordenadora de redação
Formada em Jornalismo pela PUC-SP, tem especialização em Jornalismo Internacional. Atua como coordenadora de redação no Money Times e já trabalhou nas redações do InfoMoney, Você S/A, Você RH, Olhar Digital e Editora Trip.
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