Internacional

Trump elogia cooperação da Venezuela e diz que petrolíferas apoiam plano de revitalização; ‘é lindo de se ver’

21 jan 2026, 12:19 - atualizado em 21 jan 2026, 12:19
Presidente dos EUA, Donald Trump 16/10/2025 REUTERS/Jonathan Ernst
Trump elogia cooperação da Venezuela e diz que petrolíferas apoiam plano de revitalização da indústria petrolífera do país. (REUTERS/Jonathan Ernst)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (21), durante discurso no Fórum Econômico Mundial de Davos, que a Venezuela “vai se sair fantasticamente bem” e elogiou a cooperação do governo venezuelano com a Casa Branca, em uma mudança de tom em relação à postura tradicionalmente dura de Washington contra o país sul-americano.

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Segundo Trump, o governo dos EUA tem mantido diálogo construtivo com a liderança venezuelana nas semanas que se seguiram à captura do presidente Nicolás Maduro por forças especiais americanas. “Agradecemos toda a cooperação que temos recebido. Temos cooperado muito bem”, disse o republicano. “Assim que o ataque terminou, eles disseram: ‘vamos fazer um acordo’.”

Trump afirmou ainda que todas as principais companhias petrolíferas estão apoiando o plano de seu governo para revitalizar a indústria de petróleo da Venezuela, setor estratégico para a recuperação econômica do país. “Todas as grandes companhias petrolíferas estão vindo conosco. É incrível. É lindo de se ver”, declarou.

Apesar do discurso otimista do presidente, executivos do setor demonstraram cautela nos bastidores. Em uma reunião recente na Casa Branca, representantes de grandes petrolíferas alertaram para os riscos associados à instabilidade política venezuelana e às incertezas regulatórias, segundo pessoas familiarizadas com as conversas.

Ainda assim, Trump sugeriu que o envolvimento das empresas seria parte de uma estratégia mais ampla de estabilização do país e de retomada da produção de petróleo, em um contexto de reorganização política e econômica após a queda de Maduro. O presidente não detalhou como funcionaria o plano nem se envolveria o alívio de sanções, concessões específicas ou novos marcos legais para investimentos estrangeiros.

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Coordenadora de redação
Formada em Jornalismo pela PUC-SP, tem especialização em Jornalismo Internacional. Atua como coordenadora de redação no Money Times e já trabalhou nas redações do InfoMoney, Você S/A, Você RH, Olhar Digital e Editora Trip.
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