Eleições 2026

TSE alerta para golpe por WhatsApp para regularização de título de eleitor; veja como se proteger

17 mar 2026, 17:33 - atualizado em 17 mar 2026, 17:33
TSE alerta para golpe para regularização do título de eleitor (Imagem: Agência Brasil/Marcelo Casl Jr)

Com a proximidade das eleições gerais de 2026, a Justiça Eleitoral enfrenta o desafio de preservar  a segurança de dados do eleitor. Na semana passada, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) emitiu comunicado alertando para uma nova modalidade de golpe que circula pelo WhatsApp, com links maliciosos sob o pretexto de regularização do título de eleitor.

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A estratégia envolve o uso de um perfil falso denominado “Departamento de Atendimento ao Cliente”. Para dar credibilidade à fraude, o grupo utiliza indevidamente a logomarca do TSE e induz o usuário a baixar um suposto aplicativo chamado “Solucionar Pendência”.

O TSE esclarece que essa funcionalidade não existe em seus canais oficiais e que a mensagem é uma isca para a captura de informações sensíveis.

Risco financeiro e o exercício da cidadania

O impacto desses crimes cibernéticos ultrapassa a esfera política. Segundo especialistas, a coleta de dados pessoais por meio desses links pode facilitar fraudes bancárias e roubo de identidade, gerando prejuízos financeiros imediatos ao cidadão.

Além disso, há o risco democrático: ao cair em um golpe e não regularizar sua situação pelos meios corretos, o eleitor pode ser impedido de votar no final do ano.

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A Justiça Eleitoral reforça que todos os trâmites, como quitação de multas ou atualização de dados, devem ser realizados exclusivamente pelo portal oficial. O TSE não envia mensagens privadas solicitando dados ou oferecendo links de regularização.

Guia Rápido: como identificar links fraudulentos

Para não ser vítima de engenharia social no WhatsApp, o eleitor deve ficar atento a sinais claros de fraude.

Ausência de Verificação – Perfis oficiais do Governo e da Justiça Eleitoral possuem selos de verificação (o ícone azul ou verde ao lado do nome). Desconfie de nomes genéricos como “Atendimento ao Cliente”.

Sufixos de Domínio – Links legítimos da administração pública obrigatoriamente terminam em .jus.br ou .gov.br. Descarte endereços com finais como .net, .org, .app ou links encurtados que escondem o destino final.

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Abordagem Ativa – O TSE não inicia conversas para exigir regularizações. O movimento de busca pelo serviço deve partir sempre do eleitor através do site ou do aplicativo oficial e-Título.

* Com supervisão de Gustavo Porto

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Matheus Marques é estudante de jornalismo no IESB. Ele atua como estagiário em um núcleo de conteúdo mantido pelo Money Times, em Brasília (DF), em parceria com outros veículos de informação.
Matheus Marques é estudante de jornalismo no IESB. Ele atua como estagiário em um núcleo de conteúdo mantido pelo Money Times, em Brasília (DF), em parceria com outros veículos de informação.
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