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Vale (VALE3) avalia impacto de ação do MPF que pede paralisação da Estrada de Ferro Carajás; veja

05 mar 2026, 8:45 - atualizado em 05 mar 2026, 8:49
vale ações
(Imagem: Reuters/Washington Alves)

Após tomar conhecimento da ação do Ministério Público Federal (MPF) que pede a suspensão da operação de um trecho e 16 km da segunda linha férrea da Estrada de Ferro Carajás, a Vale (VALE3) comunicou ao mercado que a questão, ao menos por ora, não representa impacto operacional relevante.

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De acordo com esclarecimento enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na noite de quarta-feira (4), a mineradora já se manifestou nos autos do processo e apresentará sua defesa.

“A companhia reitera seu compromisso com a transparência e com a colaboração com as autoridades, e manterá o mercado informado sobre quaisquer desdobramentos materiais relacionados ao assunto”, diz o comunicado.

Ação do MPF contra a Vale

O MPF entrou na Justiça em 27 de fevereiro com uma ação em que pede a decisão urgente contra a Vale e o Ibama para que interrupção do funcionamento da segunda linha férrea da Estrada de Ferro Carajás (EFC), no trecho que corta a Terra Indígena (TI) Mãe Maria, no sudeste do Pará.

A mineradora usa a EFC para escoar milhões de toneladas de minério produzido na região.

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De acordo com as investigações, a Vale está operando na região a via duplicada sem a respectiva Licença de Operação (LO), expedida pelo Ibama, e sem ter realizado a Consulta Prévia, Livre e Informada (CPLI), direito garantido aos povos indígenas afetados.

Além da paralisação, o MPF pede a condenação da mineradora ao pagamento de indenização por danos morais coletivos.

*Com informações do Estadão Conteúdo

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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