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Vale (VALE3) sobe mais de 2% após atualizar guidance com destaque para metais básicos; é hora de comprar?

31 mar 2026, 12:58 - atualizado em 31 mar 2026, 12:58
Vale VALE3
(Imagem: Reuters)

A Vale (VALE3) subia 2,34%, a R$ 81,36, por volta das 12h26 (horário de Brasília), após divulgar o seu guidance de longo prazo sobre o potencial de contribuição da subsidiária Vale Base Metals (VBM) no resultado consolidado, com foco em geração de caixa e maior participação nos números.

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O desempenho da ação está descolado da fraqueza dos futuros do minério de ferro na China.

Em fato relevante divulgado nesta terça-feira (31), a expectativa é de que a VBM represente cerca de 30% a 35% do Ebitda da companhia a partir de 2035.

A projeção considera premissas como preços de longo prazo de commodities, especialmente cobre, níquel e ouro, com base em estimativas de analistas do mercado, além das perspectivas de aumento de produção.

No curto prazo, a Vale também atualizou a sensibilidade de geração de caixa da VBM. Para 2026, a empresa estima que o fluxo de caixa livre da subsidiária fique entre US$ 400 milhões e US$ 1,9 bilhão, em termos reais.

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É hora de investir na Vale?

Em relatório, o Citi mantém a recomendação de compra da ação e preço-alvo de US$ 14 para VALE, negociada na New York Stock Exchange (Nyse), com potencial de desvalorização de 7% em relação ao fechamento da véspera (30).



Por volta das 12h35 (horário de Brasília), VALE subia 3,25%, a US$ 15,60, na Nyse.

O banco destaca que os relatórios da VBM apontam aumento em reservas e recursos (R&R) para cobre e nível, além de indicar que a campanha de perfuração do metal em Carajás (PA) será intensificada em 2026, chegando a 120 mil metros, após já ter dobrado em 2025.

Segundo o Citi, os R&R de cobre somam 39 milhões de toneladas, excluindo os recursos inferidos, o que seria suficiente para sustentar cerca de 1 milhão de toneladas por ano durante 40 anos.

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O banco destaca ainda o potencial exploratório da subsidiária da Vale em áreas novas (greenfield) no Chile e no Peru, que continuarão em 2026.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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