Mercados

Vale (VALE3) sobe quase 5% nesta quarta (15); Petrobras (PETR4) avança 2%

14 jan 2026, 17:31 - atualizado em 14 jan 2026, 17:32
Locomotiva da Vale abastecida com Diesel R em Vitória (ES) Petrobras
(Judeu Marc / Divulgação Vale)

As ações de Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) registravam forte alta nesta quarta-feira (14), refletindo tanto o suporte de fatores externos — como a valorização do petróleo no mercado internacional e a resiliência da demanda por minério de ferro — quanto a leitura positiva de grandes instituições financeiras para o mercado brasileiro.

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As preferenciais da Petrobras avançavam 2,15%, negociadas a R$ 31,81, apoiadas mais uma vez pela alta do petróleo no exterior. Analistas do UBS BB cortaram o preço-alvo da ação de R$ 42 para R$ 40, mas reiteraram a recomendação de compra, destacando níveis sólidos de produção e a expectativa de que o preço do petróleo Brent não apresente queda significativa.

Já a Vale subia 4,63%, a R$ 78,84, mesmo em um pregão de variação modesta dos futuros do minério de ferro na China. O contrato mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian encerrou a sessão com leve alta de 0,06%. Dados recentes também mostraram que as importações chinesas de minério de ferro atingiram recorde em dezembro, sustentando o desempenho da mineradora.

O movimento das blue chips ocorre em um contexto mais amplo de otimismo com os ativos locais. Estrategistas do BTG Pactual reiteraram a classificação “overweight” para as ações brasileiras em seu portfólio LineUp para a América Latina, argumentando que, à medida que os investidores ganham maior confiança no início do ciclo de afrouxamento monetário no Brasil, a tendência é de aumento da exposição à bolsa doméstica.

Na mesma linha, estrategistas do Itaú BBA também mantêm recomendação “overweight” para o Brasil, com uma visão moderadamente positiva para o ano, e estabeleceram um preço-alvo de 185 mil pontos para o Ibovespa ao fim de 2026.

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*Com Reuters 

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Editor
Jornalista formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com MBA em mercado financeiro. Colaborou com revista Veja, Estadão, entre outros.
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Jornalista formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com MBA em mercado financeiro. Colaborou com revista Veja, Estadão, entre outros.
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