Economia

Vendas no varejo dos EUA superam expectativas em janeiro; leitura de dezembro é revisada para baixo

16 fev 2022, 11:43 - atualizado em 16 fev 2022, 11:43
As vendas no varejo subiram 3,8% no mês passado, informou o Departamento de Comércio nesta quarta-feira (Imagem : REUTERS/Brendan McDermid)

As vendas no varejo dos Estados Unidos se recuperaram com força em janeiro, em meio a um aumento nas compras de veículos e outros bens, mas os preços mais altos podem atenuar o impacto sobre o crescimento econômico neste trimestre.

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As vendas no varejo subiram 3,8% no mês passado, informou o Departamento de Comércio nesta quarta-feira. Os dados de dezembro foram revisados para baixo, mostrando queda de 2,5%, em vez de 1,9%, conforme relatado anteriormente.

Economistas consultados pela Reuters previam alta de 2,0% nas vendas varejistas, com as estimativas variando de 0,7% a 4,4%.

Excluindo automóveis, gasolina, materiais de construção e serviços de alimentação, as vendas varejistas avançaram 4,8% em janeiro. Os dados de dezembro foram revisados para baixo para mostrar queda de 4,0% no chamado núcleo das vendas no varejo, em vez dos 3,1% relatados anteriormente.

O núcleo das vendas corresponde mais de perto ao componente dos gastos do consumidor do Produto Interno Bruto (PIB).

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Com os preços mais elevados respondendo por parte do aumento nas vendas, o núcleo das vendas no varejo ajustado pela inflação deve ter sido mais fraco, o que pode manter os gastos do consumidor em uma trajetória mais lenta de crescimento no início do primeiro trimestre.

As chamadas vendas reais no varejo são o importante na medição do crescimento dos gastos do consumidor. Em dezembro, o gasto real do consumidor recuou 1,0%.

As estimativas de crescimento econômico nos Estados Unidos para o primeiro trimestre estão em grande parte abaixo de uma taxa anualizada de 2%. A economia norte-americana cresceu a um ritmo de 6,9% no quarto trimestre. Em 2021, o crescimento foi o mais forte desde 1984.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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