Mercados

Wall Street tenta firmar alta com inflação ‘sem surpresas’

12 ago 2026, 11:10 - atualizado em 12 ago 2026, 11:24
Operador na bolsa de Nova York 1º de junho de 2026. REUTERS/Brendan McDermid/Foto de arquivo / USN: KBN3T21FY/ ID: tag:reuters.com,2026:newsml_KBN3T21FY:1
Operador na bolsa de Nova York (Foto: REUTERS/Brendan McDermid/Foto de arquivo)

Os índices de Wall Street tentam recuperar as perdas da véspera e operam nos primeiros minutos do pregão desta quarta-feira (12) com dados de inflação ‘sem surpresas’.

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Confira o desempenho dos índices logo após a abertura:

  • Dow Jones: -0,04%, aos 53.771,70 pontos;
  • S&P 500: +0,24%, aos 7.746,43 pontos;
  • Nasdaq: +0,60%, aos 26.507,959 pontos.

Enquanto o impasse nas negociações entre Estados Unidos e Irã sobre a reabertura do Estreito de Ormuz segue no radar, os investidores reagem ao índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês).

O CPI avançou 0,1% no mês de julho, após um recuo de 0,04% em maio. A inflação norte-americana no acumulado dos últimos 12 meses soma 3,4%, em linha com o esperado pelo mercado. Com isso, os preços ainda estão acima da meta de 2% perseguida pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA).

O dado, ainda que não seja o preferido do Fed para inflação, ajuda o mercado a calibrar as apostas sobre a trajetória dos juros na maior economia do mundo.

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Após o CPI, o mercado aumentou a aposta de manutenção dos juros na próxima decisão do Fed, em setembro. Segundo a ferramenta FedWatch, do CME Group, a chance de juros inalterados na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano é de 58,1% hoje, contra 51,6% ontem. Já a probabilidade de alta de juros em 0,25 ponto percentual caiu de 48,4% ontem para 41,9% hoje.

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter de Mercados no Money Times e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise política da XP Investimentos.

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