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Wall Street despenca com mudança de tom de Trump sobre conflito no Irã

02 abr 2026, 10:42 - atualizado em 02 abr 2026, 12:01
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(Foto: Reuters/Andrew Kelly/File Photo)

Os índices de Wall Street começam o pregão desta quinta-feira (2) com fortes perdas após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mudar o tom sobre a guerra no Oriente Médio.

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Nos primeiros minutos, o índice Dow Jones já perdeu mais de 600 pontos.

Confira o desempenho dos índices logo após a abertura:

  • Dow Jones: -1,29%, aos 45.965,30 pontos;
  • S&P 500: -1,38%, aos 6.484,31 pontos;
  • Nasdaq: -1,93%, aos 21.420,24 pontos.

Sem perspectiva de fim da guerra

As tensões no Oriente Médio escalaram nas últimas horas após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump afirmar que manteria os ataques ao Irã sem se comprometer com um cronograma específico para encerrar a guerra.

“Vamos terminar o trabalho, e vamos terminá-lo muito rápido. Estamos chegando muito perto”, disse Trump, em pronunciamento na noite de ontem (1º), acrescentando que as forças armadas dos EUA estavam quase atingindo seus objetivos no conflito, que terminaria em duas ou três semanas, mas sem dar detalhes específicos.

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Do outro lado, o comandante-chefe do Exército do país, Amir Hatami, afirmou que o quartel-general operacional do Irã precisa monitorar “os movimentos do inimigo com o máximo de pessimismo e precisão” e estar pronto para combater qualquer método de ataque.

“Nenhuma tropa inimiga deve sobreviver se os adversários tentarem uma operação terrestre”, disse Hatami, segundo a mídia estatal.

Segundo o New York Times, várias agências de inteligência dos EUA avaliaram nos últimos dias que o governo iraniano não está disposto a participar de negociações substanciais para acabar com a guerra

Dados em segundo plano

Em segundo plano, os investidores acompanham novos dados de emprego. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 9.000, para 202.000 em dado com ajuste sazonal, na semana encerrada em 28 de março, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira.

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Os economistas consultados pela Reuters previam 212.000 pedidos para a última semana.

Além disso, o déficit comercial dos Estados Unidos aumentou em fevereiro uma vez que a recuperação das importações compensou o forte crescimento das exportações, que aumentaram para um nível recorde, potencialmente mantendo o comércio como um peso para o crescimento econômico no primeiro trimestre.

O déficit comercial aumentou 4,9%, chegando a US$ 57,3 bilhões, informaram o Census Bureau e o Escritório de Análise Econômica do Departamento de Comércio. Os economistas consultados pela Reuters previam um saldo negativo de US$ 61,0 bilhões em fevereiro.

Os dados de janeiro foram revisados para mostrar déficit de US$ 54,7 bilhões, em vez de US$ 54,5 bilhões conforme estimado anteriormente.

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*Com informações de Reuters

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
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