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Wooboogie: Viajantes ganham dinheiro com entrega de encomendas no exterior

13 set 2019, 14:17 - atualizado em 13 set 2019, 14:17
No território vizinho, a Wooboogie possui uma rede de parceiros, onde usuários podem comprar produtos mais baratos e solicitar o recebimento pela plataforma, além de realizar encomendas avulsas (Imagem: Reprodução/Facebook Wooboogie)

A Wooboogie estreou no mercado neste ano com uma proposta ambiciosa: garantir a entrega de encomendas no exterior dez vezes mais rápido e cinco vezes mais econômico do que os Correios.

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A startup atua no segmento de entrega sustentável baseada na economia compartilhada (crowdshipping), conectando viajantes (denominados boogiers) a pessoas que precisam enviar ou receber qualquer item permitido entre países da América Latina.

Cleverson Fontana, CEO da Wooboogie, explica que criou a companhia devido à carência de envio e recebimento de encomendas entre nações distintas de uma forma menos burocrática, mais célere e barata.

“Por que não alinhar tecnologia à sustentabilidade e conectar viajantes que já estão em rota com solicitantes que estão em outros países? E ainda por cima numa velocidade maior, com custo muito mais baixo e remuneração do entregador?”, questiona o executivo.

No momento, o serviço faz ligação somente entre Brasil e Argentina, mas a companhia já prevê expandir seu alcance para outros países nos próximos meses, como Uruguai, Chile, Peru e Colômbia.

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“Escolhemos primeiramente a Argentina devido à alta demanda que existe por esse serviço”, explica o CTO, Wermes Rodrigues.

No território vizinho, a Wooboogie possui uma rede de parceiros, onde usuários podem comprar produtos mais baratos e solicitar o recebimento pela plataforma, além de realizar encomendas avulsas. A empresa também faz o acompanhamento do status da encomenda.

Como funciona?

O serviço remunera viajantes, ou seja, pessoas que coincidentemente vão para os mesmos destinos de produtos que precisam ser entregues e se dispõem a realizar a entrega pela plataforma. É dessa maneira que a empresa consegue oferecer um serviço com custo inferior ao dos Correios.

Ainda que a negociação seja realizada com o próprio viajante, o pagamento é protegido pela empresa, sendo liberado para o boogier via PayPal ou cartão de crédito apenas quando for confirmada a conclusão do transporte. Em caso de problema, o dinheiro é integralmente reembolsado ou a encomenda é reenviada para outra pessoa, se for a preferência do usuário.

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A Wooboogie também conta com uma calculadora própria que analisa fatores como distância e melhor oferta em relação aos preços praticados por agências tradicionais. No momento, a startup está desenvolvendo um sistema de inteligência artificial que identifica conversações de pessoas que, eventualmente, queiram transportar itens não permitidos pela legislação.

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Editora-assistente
Formada em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atua como editora-assistente do Money Times há pouco mais de três anos cobrindo ações, finanças e investimentos. Antes do Money Times, era colaboradora na revista de Arquitetura, Urbanismo, Construção e Design de interiores Casa & Mercado.
diana.cheng@moneytimes.com.br
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