Ibovespa

XP eleva preço-alvo para Ibovespa (IBOV) no fim de 2026; vale investir?

02 fev 2026, 16:34 - atualizado em 02 fev 2026, 16:34
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(Foto: iStock.com/primeimages)

A XP Investimentos elevou o preço-alvo para o  Ibovespa (IBOV) no final de 2026, de 185.000 pontos para 190.000, na esteira do potencial de alta para o cenário otimista.

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O Brasil, em grande medida, acompanhou o movimento global de expansão de múltiplos, com o enfraquecimento das ações americanas e o avanço do fluxo de investidores estrangeiros, aponta a corretora.

“Como resultado, o valuation relativo das ações brasileiras em relação aos pares de mercados emergentes e da América Latina permaneceu amplamente estável durante a maior parte do período”, destacam os estrategistas Fernando Ferreira, Felipe Veiga, Raphael Figueredo e Lucas Rosa da XP.

Segundo o relatório, recentemente o Brasil passou a se descolar de forma mais relevante de seus pares, à medida que uma fase de performance relativamente superior mais intensa se traduziu em uma expansão mais visível dos múltiplos relativos.

A XP destaca que, desde o início de 2025, as ações brasileiras vêm apresentando um forte rali, com o Ibovespa acumulando alta de 50,8% em reais e 78,5% em dólares. Com isso, o país se consolida como um dos mercados de ações de melhor desempenho global no período.

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Nesse cenário, segundo a XP, o Brasil continua se destacando entre os mercados globais de ações, combinando valuations relativamente mais atrativos com fundamentos corporativos sólidos.

Ao mesmo tempo, na avaliação da corretora, o país ainda oferece espaço para uma nova onda de expansão de múltiplos, sustentado por fluxos estrangeiros e uma potencial queda dos juros reais.

A XP ressalta, por outro lado, que a métrica de valuation do Ibovespa que gera maior preocupação entre os investidores é o prêmio de risco de ações — atualmente se encontra em níveis historicamente baixos.

“Ainda assim, historicamente, o prêmio de risco tem apresentado baixo poder preditivo para os retornos futuros das ações brasileiras”, dizem os analistas.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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