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XP revela entrada de CSHG Recebíveis em carteira de fundos imobiliários de julho

01 jul 2020, 7:40 - atualizado em 01 jul 2020, 11:36
Com alta exposição a papéis mais defensivos, de menor risco e volatilidade, o portfólio deste mês segue com maiores alocações em Recebíveis, representando 32,5% do total (Imagem: Unsplash/@serjosoza)

A XP Investimentos decidiu manter uma posição mais conservadora e não realizou grandes mudanças na composição da carteira recomendada de fundos imobiliários em julho. O motivo, explicou a corretora, está ligado às preocupações sobre a recuperação da economia brasileira diante da pandemia de coronavírus.

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Com alta exposição a papéis mais defensivos, de menor risco e volatilidade, o portfólio deste mês segue com maiores alocações em Recebíveis, representando 32,5% do total, e Logística, com 30%. A XP aproveitou para retirar a Kinea Índice de Preços (KNIP11) das recomendações e incluir CSHG Recebíveis (HGCR11).

“Apesar da grande alocação em ativos considerados não alvos, a gestão vem trabalhando ativamente na alocação dos recursos levantados na última emissão de cotas. Em nossa opinião, a carteira do fundo possui baixo risco”, afirmou a corretora.

Código Fundo Peso (%) Rendimento esperado (%)
RBRF11 RBR Alpha Multiestratégia 5 7,3
RBRR11 RBR High Grade 12,5 6,6
CPTS11B Capitânia Securities 10 7,5
HGR11 CSHG Recebíveis 10 6,2
XPLG11 XP Log 20 5
VILG11 Vinci Logística 10 4,9
XPML11 XP Malls 10 3,1
HGRE11 CSHG Real Estate 7,5 4,5
HGRU11 CSHG Renda Urbana 15 6,4
Média Ponderada 5,5

Em junho, a performance da carteira, que teve retorno de 8,3%, superou o Índice de Fundos Imobiliários (IFIX), cuja valorização foi de 5,6%. Na primeira quinzena do mês, os investidores assumiram posição de menor aversão ao risco diante das expectativas de reabertura da economia e dos shopping centers.

Esse otimismo voltou a amargar nas últimas semanas, uma vez que alguns municípios voltaram com a suspensão do funcionamento de alguns shoppings.

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“Em nossa opinião, um novo aumento de fechamento dos shoppings poderá gerar volatilidade nos preços dos fundos imobiliários do segmento. Por esse motivo, mantemos a nossa visão mais conservadora para esse segmento no curto prazo”, afirmou a XP.

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Editora-assistente
Formada em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atua como editora-assistente do Money Times há pouco mais de três anos cobrindo ações, finanças e investimentos. Antes do Money Times, era colaboradora na revista de Arquitetura, Urbanismo, Construção e Design de interiores Casa & Mercado.
diana.cheng@moneytimes.com.br
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