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6 ações para ter chances de ganhar até 3,46% nesta terça, segundo Ágora e BTG

07 dez 2021, 9:41 - atualizado em 07 dez 2021, 9:41
C&A
C&A é a principal aposta do BTG para esta terça; ação pode subir até 3,46% (Imagem: Rafael Borges/Money times)

O minério de ferro disparou nesta terça-feira (7), com o mercado reagindo positivamente à medida de aumento de liquidez na China para apoiar o crescimento econômico do país.

O minério de ferro de maio mais negociado na Bolsa de Commodities de Dalian registrou ganhos de 6,7%, a 659,50 yuanes a tonelada. Logo no início da negociação, o mineral chegou a disparar 9%, a 673,50 yuanes, nível mais alto do contrato desde 29 de outubro.

O contrato mais ativo para janeiro do minério de ferro na Bolsa de Cingapura chegou a atingir alta de 9,7%, para 114,15 dólares a tonelada.

As Bolsas asiáticas fecharam a sessão em alta, com o índice CSI300, composto pelas principais companhias listadas em Xangai e Shenzhen, valorizando 0,6%, a 4.922,10 pontos.

Nos Estados Unidos e na Europa, o sentimento nesta manhã também é positivo. Os índices futuros americanos operavam em alta, em meio à queda das preocupações com a variante ômicron.

O índice EuroStoxx 600 mostrava forte alta no começo das negociações, apesar das tensões geopolíticas envolvendo um potencial ataque russo contra a Ucrânia.

A Eurostat divulgou hoje os dados do Produto Interno Bruto (PIB) da Zona do Euro, mostrando crescimento de 2,2% de julho a setembro em relação ao período dos três meses anteriores.

No Brasil a PEC dos Precatórios, de volta na Câmara, ainda segue em destaque por mais alguns meses.

Em relação ao setor corporativo, após o presidente Jair Bolsonaro declarar que a Petrobras (PETR3;PETR4) anunciaria uma redução nos preços dos combustíveis até o fim do mês, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu ontem um processo envolvendo a companhia. A Petrobras esclareceu que não antecipa decisões sobre reajuste de preços.

Ainda há pouco, a Fundação Getulio Vargas (FGV) divulgou que o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI), medida mais ampla de inflação, caiu em novembro, influenciado pelos preços das commodities.

O IGP-DI recuou 0,58% no último mês, depois de ter registrado alta de 1,6% em outubro.

BTG Pactual (BPAC11) e a Ágora Investimentos divulgaram suas recomendações de investimento para o dia. As ações sugeridas são de analistas gráficos, que usam uma metodologia que busca antecipar as tendências de curtíssimo prazo.

Lembre-se de que todo investimento envolve riscos e, portanto, não há garantia de retorno. Por isso, respeite os stops indicados – pontos em que as perdas tornam-se intoleráveis e é melhor zerar as posições.

BTG
Empresa Ticker Entrada (R$) 1º alvo (R$) Potencial de ganho 2º alvo (R$) Potencial de ganho Stop (R$)
Guararapes GUAR3 10,86 11,07 1,93% 11,19 3,04% 10,68
BRF BRFS3 20,85 21,24 1,87% 21,47 2,97% 20,49
C&A CEAB3 6,64 6,78 2,11% 6,87 3,46% 6,53
Ágora
Empresa Ticker Entrada (R$) 1º alvo (R$) Potencial de ganho 2º alvo (R$) Potencial de ganho Stop (R$)
Assaí ASAI3 13,78 13,98 1,45% 13,68
CSN CSNA3 24,19 24,53 1,41% 24
Embraer EMBR3 20,28 20,58 1,48% 20,13

Confira a metodologia de investimento e os avisos dos analistas:

Metodologia do BTG: ativo com compra sugerida que tenha a abertura acima do ponto de entrada deve ser descartado, assim como ativo com venda sugerida que tenha a abertura do dia abaixo do ponto de entrada. Ao atingir a parcial a operação deve ser reduzida em 50% e o stop ajustado para o ponto de entrada. O stop só deve ser considerado após a abertura de posição. A cotação durante o pregão nesse ponto (stop sugerido), sem que a operação esteja aberta não a invalida.

Metodologia da Ágora: operações aguardando ponto de entrada, válidas apenas para hoje. Valor do stop loss válido apenas após a operação ter dado entrada. Os retornos são brutos, livre de corretagem e emolumentos. Caso o ativo abra com gap, atingindo o objetivo antes do preço de entrada, a operação é cancelada.

Disclaimer

Money Times publica matérias de cunho jornalístico, que visam a democratização da informação. Nossas publicações devem ser compreendidas como boletins anunciadores e divulgadores, e não como uma recomendação de investimento.

Editora-assistente
Formada em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atua como editora-assistente do Money Times há pouco mais de três anos cobrindo ações, finanças e investimentos. Antes do Money Times, era colaboradora na revista de Arquitetura, Urbanismo, Construção e Design de interiores Casa & Mercado.
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Formada em Jornalismo pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Atua como editora-assistente do Money Times há pouco mais de três anos cobrindo ações, finanças e investimentos. Antes do Money Times, era colaboradora na revista de Arquitetura, Urbanismo, Construção e Design de interiores Casa & Mercado.
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