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Ação está barata? Cogna (COGN3) dispara até 8% após revisão positiva de banco

07 jan 2026, 15:42 - atualizado em 07 jan 2026, 18:24
Cogna
(Imagem: Cogna/Divulgação)

As ações da Cogna (COGN3) lideraram a ponta positiva do Ibovespa (IBOV) nesta quarta-feira (7) desde o início do pregão, com alta de 8%. 

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COGN3 encerrou a sessão com salto de 7,51%, a R$ 3,58. Na máxima intradia, o papel da educacional subiu 8,11% (R$ 3,60). 



O forte desempenho das ações deve-se a visão positiva do JP Morgan sobre a companhia educacional.

Em relatório divulgado mais cedo, o banco elevou a recomendação de COGN3 de neutra para compra, com preço-alvo de R$ 6,50 em dezembro deste ano. O valor implica em uma potencial valorização de 95,2% sobre o preço de fechamento de ontem (6), quando o papel encerrou cotado a R$ 3,33.

Na avaliação dos analistas Marcelo Santos e Livea Mizobata, as ações da educacional seguem negociadas a um valuation “atrativo”, mesmo após a alta de 240% em 2025. A dupla também vê uma perspectiva sólida de crescimento na companhia.

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“Vemos uma perspectiva de crescimento de receita mais elevada para 2026, de 12% contra 5%, devido ao crescimento mais rápido do segmento de ensino superior (Kroton) em si, além da contribuição do ensino fundamental e médio (K12), que se expande em ritmo mais acelerado”, escreveram os analistas.

A dupla ainda avalia que a atualização das regras sobre a mudança regulatória do Ministério de Educação (MEC) para os cursos de Enfermagem, que passarão a ser oferecidos em formato presencial obrigatoriamente, “pode ajudar a companhia”.  

“Acreditamos que a decisão recente sobre a aprovação em ‘fast track’ para cursos de enfermagem pode ajudar a companhia a perder menos receitas.”

No fim de dezembro, o MEC permitiu que os grupos educacionais que ainda ofertam cursos de enfermagem à distância solicitem o credenciamento de novas unidades presenciais durante o período de transição de dois anos, iniciado em maio. 

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O que esperar de Cogna no 4T25?

Na expectativa pelos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25), os analistas do JP Morgan esperam uma expansão de 12% na receita da companhia na comparação com o mesmo período do ano passado, para R$ 2,425 milhões. O destaque da linha deve ser a receita de Kroton, com um crescimento de 10% na base anual, a R$ 1,188 milhões.

O banco também projeta o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado de R$ 863 milhões, com uma margem de 35,6% – queda de 0,8 ponto percentual na comparação ano contra ano.

O lucro líquido da companhia é estimado em R$ 416 milhões no 4T25.

A educacional divulga os números trimestrais em 11 de março.

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
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