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Aegea tem interesse na Copasa (CSMG3), mas espera regras de leilão, diz presidente

09 fev 2026, 17:14 - atualizado em 09 fev 2026, 17:14
copasa
(Imagem: Copasa/YouTube)

A Agea tem interesse na privatização da Copasa (CSMG3), mas uma participação do grupo ainda vai depender de como serão regras do certame, disse o presidente da empresa de saneamento, Radamés Casseb, nesta segunda-feira.

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“Estamos na expectativa dos documentos e da modelagem. Tem muita discussão pública ainda acontecendo em Minas Gerais”, disse o executivo em evento do BNDES.

A Assembleia Legislativa de Minais Gerais aprovou no fim de 2025 um projeto de lei que autoriza o governo mineiro a iniciar o processo de desestatização da Copasa.

O Estado de Minas Gerais detém uma fatia de 50,03% da Copasa. A companhia é avaliada em R$20,5 bilhões na B3, segundo dados da LSEG. Em entrevista à Reuters em dezembro, o governador mineiro, Romeu Zema, afirmou que a Copasa renderia uma arrecadação de ao menos R$10 bilhões ao Estado. Na ocasião, Zema afirmou que o governo queria fazer o leilão da Copasa até abril.

“É um ano difícil, Selic ainda está a 15%…vamos esperar as condições para (definir a participação da Aegea)”, disse Casseb. “Nossa natureza é saneamento, vamos estudar todos os projetos na trilha da responsabilidade de alocação (de recursos)”, acrescentou.

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Na semana passada, o presidente-executivo da Sabesp, Carlos Piani, afirmou que a companhia segue avaliando oportunidades de ampliar sua área de atuação concentrada em São Paulo a outros estados, algo que inclui o processo de privatização da Copasa.

Mas Piani afirmou na ocasião que o interesse da Sabesp dependerá, além do preço, do regramento para a privatização da estatal.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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