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Tempo Real: Ibovespa renova recorde com otimismo em Wall Street e alta de blue chips; dólar cai a R$ 5,18

09 fev 2026, 6:30 - atualizado em 09 fev 2026, 18:54
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Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) abriu a segunda semana de fevereiro em tom positivo, com apoio de Wall Street e de olho em balanços corporativos. Nesta segunda-feira (9), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 1,80%, aos 186.241,15 pontos, número recorde para fechamento do Ibovespa. Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,1882, com queda de 0,62%, menor fechamento desde 28 de maio de 2024.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados em tempo real:



Ao vivo
Itaúsa (ITSA4) eleva fatia na Aegea para 13,27% após subscrever novas ações

A Itaúsa (ITSA4) anunciou nesta segunda-feira (9) o aumento de sua participação acionária na Aegea, por meio de dois movimentos de subscrição de novas ações da companhia de saneamento.

Segundo comunicado ao mercado, a Aegea homologou um aumento de capital com a emissão de 14,4 milhões de ações ordinárias ao preço de R$ 55,29 cada. Desse total, a Itaúsa subscreveu 5,0 milhões de papéis, em um investimento de aproximadamente R$ 277,9 milhões.

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São Martinho (SMTO3) tem lucro de R$ 424 milhões no 3T26, mas Ebitda e receita recuam

A São Martinho (SMTO3) registrou lucro líquido de R$ 424,1 milhões no terceiro trimestre da safra 2025/26 (3T26), um avanço de 168,5% em relação ao mesmo período da safra anterior.

Segundo a companhia, o resultado foi impulsionado principalmente pelo reconhecimento de créditos de subvenção e pela marcação a mercado dos contratos de derivativos das dívidas de longo prazo (swaps), em função das oscilações do CDI. Esses efeitos positivos foram parcialmente compensados pelo impacto negativo da variação dos ativos biológicos, decorrente da queda no preço do açúcar e do efeito no Consecana.

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Fictor: credores veem caixa vazio e pedem inclusão total do grupo em recuperação judicial

Credores do Grupo Fictor pedem na Justiça de São Paulo que outras empresas do conglomerado sejam incluídas na recuperação judicial. O Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, teve acesso a uma ação protocolada nesta segunda-feira, 9, em que a defesa de cerca de 50 credores alega que uma das duas empresas que pediram a recuperação, a Fictor Invest, possuía um caixa de R$ 2.670 em 31 de dezembro.

Procurada, a Fictor, que ganhou os holofotes após tentar comprar o Banco Master um dia antes dele ser liquidado pelo Banco Central, não se manifestou até a publicação desta reportagem.

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Ibovespa renova recorde com otimismo em Wall Street e alta de blue chips; dólar cai a R$ 5,18

O Ibovespa (IBOV) abriu a segunda semana de fevereiro em tom positivo, com apoio de Wall Street e de olho em balanços corporativos.

Nesta segunda-feira (9), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com alta de 1,80%, aos 186.241,15 pontos, número recorde para fechamento do Ibovespa. 

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Moura Dubeux (MDNE3) prevê até R$ 5,5 bilhões em VGV de lançamentos em 2026

A Moura Dubeux (MDNE3) divulgou nesta segunda-feira (9) seu guidance de lançamentos para 2026 com projeção de Valor Geral de Vendas (VGV) agregado entre R$ 4,5 bilhões e R$ 5,5 bilhões.

O VGV é o valor total potencial de vendas de um conjunto de empreendimentos, considerando 100% das unidades pelo preço de tabela.

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Itaúsa (ITSA4) define data para pagamento de JCP e anuncia cronograma dos proventos trimestrais de 2026; confira

A Itaúsa (ITSA4) confirmou o pagamento de R$ 200 milhões em JCP, no valor bruto de R$ 0,0182 (líquido de R$ 0,01547) por ação, em 6 de março de 2026. O anúncio do pagamento havia sido feito em dezembro.

De acordo com a Itaúsa, os rendimentos terão como base de cálculo a posição acionária de 9 de dezembro de 2025. Desde 10 de dezembro, as ações passaram a ser negociadas “ex-proventos”.

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>> Ibovespa fecha em alta de 1,80%, aos 186.241,15 pontos
Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a segunda-feira (09) em alta de 1,62%, aos 186.023,58 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

Petróleo fecha em alta, com risco geopolítico e sinais de redução das compras de óleo russo

Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta segunda-feira, 9, com o mercado reintroduzindo prêmios de risco geopolítico diante das incertezas em torno das negociações entre Estados Unidos e Irã e de sinais de possível aperto na oferta global. Também pesaram no movimento as indicações de redução das compras indianas de petróleo russo e a cautela em relação a fluxos futuros de exportação de grandes produtores.

O petróleo WTI para março negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex) fechou em alta de 1,27% (US$ 0,81), a US$ 64,36 o barril. Já o Brent para abril negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE) avançou 1,46% (US$ 0,99), a US$ 69,04 o barril.

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Dólar cai a R$ 5,18 com fluxo estrangeiro para emergentes e melhora na inflação

O dólar à vista (USDBRL) perdeu força ante o real, em linha com o movimento observado no exterior, a entrada de fluxo estrangeiro em emergentes e a melhora nas expectativas de inflação.

Nesta segunda-feira (9), a moeda norte-americana encerrou a R$ 5,1882 (-0,62%), menor valor de fechamento desde 28 de maio de 2024. 

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Mercados de apostas veem chance superior a 70% de novo shutdown nos EUA no fim de semana

Os mercados de apostas dos Estados Unidos passaram a ver uma chance superior a 70% de o governo norte-americano entrar em uma nova paralisação até meia-noite do domingo, dia 14. Às 16h22 (de Brasília), na Polymarket, a chance de um shutdown no fim de semana era de 76%, enquanto na Kalshi a expectativa era de 70%.

O Congresso tem até sábado à noite para evitar uma paralisação do Departamento de Segurança Interna (DHS, em inglês), já que o pacote de financiamento aprovado no início do mês incluiu uma medida provisória de apenas duas semanas para o DHS, financiando-o nos níveis de 2025 até 13 de fevereiro.

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Aegea tem interesse na Copasa (CSMG3), mas espera regras de leilão, diz presidente

A Agea tem interesse na privatização da Copasa (CSMG3), mas uma participação do grupo ainda vai depender de como serão regras do certame, disse o presidente da empresa de saneamento, Radamés Casseb, nesta segunda-feira.

“Estamos na expectativa dos documentos e da modelagem. Tem muita discussão pública ainda acontecendo em Minas Gerais”, disse o executivo em evento do BNDES.

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BTG Pactual muda carteira de small caps de fevereiro; confira quem entra e quem sai

O BTG Pactual realizou mudanças na sua carteira recomendada de small caps para fevereiro. No relatório, as ações da Unifique (FIQE3) e Vivara (VIVA3) saíram, enquanto Vitru (VTRU3) e C&A (CEAB3) entraram. A carteira é composta por 10 ações, cada uma com o peso de 10%.  

Aura Minerals (AURA33) 

No topo das recomendações, aparece a Aura Minerals (AURA33), visto que a empresa vem se beneficiando do forte momento de resultados, apoiado pelo crescimento de produção e preços elevados do ouro, acima de US$ 4.700 por onça-troy.  

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>> Dólar à vista fecha com queda de 0,62%, a R$ 5,1882
Inflação deve acelerar em janeiro com pressão sazonal; o que esperar do primeiro IPCA do ano

A inflação brasileira deve acelerar para 0,32% em janeiro acumulando 4,43% nos últimos 12 meses, dentro do intervalo de tolerância da meta do Banco Central — de 3% com margem de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ao menos é o que indica a mediana das projeções coletadas pelo Broadcast.

O dado oficial do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) será divulgado nesta terça-feira (10), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), às 9h (horário de Brasília).

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Ouro fecha em alta de 2% e retoma patamar de US$ 5 mil, com dólar fraco e tensões

O ouro fechou em alta robusta nesta segunda-feira (9) e retomou o patamar acima de US$ 5 mil por onça-troy, impulsionado por um dólar fraco e a persistência das tensões geopolíticas.

Investidores também buscam o ativo de segurança diante das expectativas para a economia americana às vésperas da divulgação do payroll e do indicador de inflação ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos EUA, que podem recalibrar as apostas para a política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).

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A janela de IPOs vai reabrir? ‘Tem uma série de empresas que estão prontas’, diz CFO do BTG (BPAC11)

Ao que tudo indica, a janela de IPOs (ofertas públicas iniciais) deve ser reaberta após quatro anos trancada a sete chaves em meio aos juros nas alturas. Ao menos, essa é a expectativa do diretor financeiro do BTG Pactual (BPAC11), Renato Cohn, em teleconferência com jornalistas.

A reabertura vem em boa hora. Não que o banco tenha sofrido. Mesmo com a Selic a 15% — o maior patamar em décadas —, o BTG mostrou que sabe transformar limões em limonada ao extrair da economia morna um lucro recorde de R$ 16,7 bilhões.

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S&P rebaixa Raízen (RAIZ4) e alerta para risco elevado de reestruturação de dívida

A S&P Global Ratings rebaixou o rating da Raízen (RAIZ4) de ‘BBB-’ para ‘CCC+’ e colocou a companhia em observação de crédito negativa, citando o aumento dos riscos de uma reestruturação da dívida que a agência considera equivalente a default.

Segundo a S&P, a decisão reflete a contratação de assessores financeiros e jurídicos pela Raízen para avaliar alternativas de estrutura de capital, além do enfraquecimento dos sinais de capitalização e de vendas de ativos que haviam sido anunciados anteriormente pela empresa e seus acionistas.

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>> Ibovespa bate máxima, aos 185.988,68 pontos, alta de 1,66%
Genial rebaixa recomendação de Gerdau (GGBR4) de compra para manter

A Genial Investimentos rebaixou a recomendação de compra para Gerdau (GGBR4) de compra para manter, em linha com o avanço de 32% das ações nos últimos quatro meses, aproximando o market cap do valor considerado “justo” pela casa.

“Assim, o preço do papel finalmente se alinhou aos fundamentos, eliminando o upside anteriormente identificado. Diante disso, rebaixamos a recomendação para MANTER”, escrevem os analistas Igor Guedes, Luca Vello e Ygor Bastos, em relatório. O preço-alvo da ação segue em R$ 21,50.

 

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