Internacional

Alemanha convoca reunião de emergência sobre Irã após ataques; Europa avalia resposta para proteger cidadãos no Oriente Médio

28 fev 2026, 9:52 - atualizado em 28 fev 2026, 10:53
economia da alemanha e trump
(Imagem: Unsplash/Kevin Woblick)

A Alemanha está realizando uma reunião de emergência neste sábado (28) para discutir a situação no Irã, conforme países europeus se reviram para avaliar a situação e a resposta necessária para proteger cidadãos no Oriente Médio.

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Não estava claro nesta manhã se os aliados europeus dos EUA receberam algum aviso prévio sobre os ataques. O governo alemão disse que foi informado sobre os ataques apenas na manhã de sábado. Já a França disse saber que algo aconteceria, mas não quando.

O governo alemão disse que estava monitorando a situação no Irã, Israel e na região mais ampla do Oriente Médio após ser informado sobre os ataques israelenses na manhã de sábado. A equipe de gerenciamento de crises do governo alemão estava programada para se reunir às 8h (de Brasília) para discutir a situação no Irã.

O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, já estava consultando ministros responsáveis pela segurança e parceiros europeus.

O governo alemão instou os cidadãos alemães no Irã, Israel e na região mais ampla a se inscreverem no sistema oficial de registro para cidadãos no exterior e seguirem as instruções das autoridades locais sobre as medidas necessárias para sua própria proteção.

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A Itália instou os italianos a exercerem o máximo de cautela e seguirem as instruções fornecidas por suas embaixadas na região. O escritório da primeira-ministra italiana Giorgia Meloni disse que estaria em contato com os aliados e líderes da região nas próximas horas para “apoiar qualquer iniciativa que possa levar a uma desescalada das tensões.”

“A Itália reitera seu apoio à população civil iraniana, que corajosamente continua a exigir respeito por seus direitos civis e políticos”, disse o escritório de Meloni.

A Suíça pediu total respeito ao direito internacional e instou “todas as partes a exercerem máxima moderação, proteger os civis e a infraestrutura civil”.

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