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Aura Minerals (AURA33) bate recorde de produção no 4T25 e confirma guidance anual

12 jan 2026, 9:31 - atualizado em 12 jan 2026, 9:31
Aura Minerals
(Imagem: Reprodução)

A Aura Minerals (AURA33) informou ao mercado que sua produção total do quarto trimestre de 2025, a preços correntes, atingiu 82.067 onças equivalentes de ouro (GEO), um recorde na história da companhia, ficando 11% acima do trimestre anterior e avançando 23% em base anual, de acordo com a prévia dos resultados de produção divulgada nesta segunda-feira (12).

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A preços constantes, a produção do trimestre da Aura cresceu 12% comparado ao terceiro trimestre 2025 e 30% acima do quarto trimestre de 2024.

Em 2025, a produção total atingiu 280.414 GEO a preços correntes, representando um aumento de 5% em relação a 2024 a preços correntes e de 9% a preços constantes.

Considerando os preços de referência do guidance (projeção) de produção de 2025, a produção do ano totalizou 285.380 GEO (MSG não incluído), encerrando o exercício no intervalo superior do guidance de produção da companhia para 2025, de 266 mil GEO a 300 mil GEO.

“Temos grande satisfação em encerrar 2025 com resultados expressivos, alcançando 82,1 mil GEO no 4T a preços correntes, impulsionando a produção anual para 280 mil GEO a preços correntes ou 290 mil GEO a preços de guidance”, disse Rodrigo Barbosa, CEO da Aura.

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Ainda de acordo com o executivo, o desempenho não apenas supera o ponto médio das projeções de produção para 2025, como também reforça a trajetória de crescimento, mesmo antes da plena materialização do ramp-up bem-sucedido de Borborema ou da contribuição adicional de produção decorrente da recente aquisição da MSG.

Destaques da Aura Minerals

De acordo com o relatório da Aura, em Aranzazu, a produção foi de 18.878 GEO, que representa uma queda de 12% comparado ao trimestre passado, resultado principalmente dos preços dos metais, uma vez que preços mais elevados do ouro impactam negativamente a conversão para GEO.

Em Minosa, a produção totalizou 17.818 GEO no quarto trimestre 2025, 2% abaixo do trimestre anterior e 8% abaixo do quarto trimestre de 2024, principalmente em função do impacto do período chuvoso e da execução de obras de expansão para aumento da área de empilhamento.

Em Almas, a produção atingiu 15.872 GEO, 5% superior ao terceiro trimestre de 2025, impulsionada pelo maior volume de minério processado e pela melhora do desempenho da mina, refletindo os resultados da expansão da planta.

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Já em Apoena, a produção totalizou 8.961 GEO, 3% inferior ao terceiro trimestre de 2025 , em função da menor alimentação de minério para a planta e de recuperação inferior, porém em linha com o planejado pela Companhia.

Por fim, em Borborema, a produção totalizou 15.777 GEO, 54% acima do trimestre anterior, refletindo a evolução da curva de ramp-up, com maior taxa de processamento, priorização de minério de maior teor e aumento da recuperação.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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