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B3 (B3SA3): Bradesco BBI vê ‘assimetria favorável’ e eleva recomendação para compra

26 mar 2026, 16:38 - atualizado em 26 mar 2026, 16:38
b3 b3sa3 ação
(Imagem: iStock/Galeanu Mihai/Reprodução - Montagem: Giovanna Figueredo)

O Bradesco BBI elevou a recomendação das ações da B3 (B3SA3) de neutra para compra nesta quinta-feira (26).

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O banco também fixou o preço-alvo no final de 2026 em R$ 21, o que representa um potencial de valorização de 16,7% sobre o preço de fechamento anterior. Ontem (25), B3SA3 encerrou o dia cotada a R$ 18,00.

Para os analistas Marcelo Mizhari e Renato Chanes, a operadora da bolsa brasileira está bem-posicionada para um ciclo positivo.

“A combinação de volumes mais robustos, diversificação das linhas de receita e expectativa de expansão de margem — com alta estimada de 1,8 pp em 2026 e 1,2 pp em 2027 — reforça a assimetria favorável”, destacaram os analistas, em relatório.

A dupla ainda afirma que, mesmo em meio à transição de liderança após o anúncio da saída do CEO Gilson Finkelsztain ao final do primeiro semestre deste ano, a estratégia operacional deve ser preservada. O nome de quem deverá assumir o cargo não foi divulgado.

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Por que comprar B3SA3 agora?

Os analistas do Bradesco BBI destacam que a B3 iniciou o ano com um forte crescimento nos volumes, especialmente em ações e derivativos.

No primeiro trimestre deste ano (1T26), o volume médio negociado por dia (ADTV) de ações atingiu R$ 38,3 bilhões no período, muito acima da média do ano anterior, diz o relatório.

Nos derivativos, o ADTV de março cresceu quase 60%, alcançando 18 milhões de contratos.

Segundo o banco, um conjunto de ventos favoráveis levaram aos resultados: maior participação de investidores estrangeiros, aumento da volatilidade e ambiente de liquidez favorável para mercados emergentes.

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“Esse cenário sugere expansão expressiva das receitas no 1T26 — estimadas em alta de 20% no comparativo anual — e sustentação de níveis mais elevados de volumes ao longo do ano, inclusive no 3T26, período que tende a apresentar mais volatilidade relacionada ao ciclo eleitoral”, avaliam Marcelo Mizhari e Renato Chanes.

Além disso, a dupla destaca que a B3 segue com cerca de R$ 4 bilhões em juros sobre capital próprio (JCP) retroativos a serem distribuídos, o que tende a compensar o aumento da CSLL previsto para abril.

O dividend yield estimado pelo Bradesco BBI para B3SA3 é de 7%, que somado com a potencial valorização das ações até dezembro, pode chegar a 24%.

Nesta quinta-feira (26), os papéis chegaram a operar com alta de 1%, entre as maiores altas do Ibovespa, na primeira hora do pregão, mas cederam à pressão doméstica e passaram a operar no negativo. Por volta de 15h40 (horário de Brasília), B3SA3 caía 1%, a R$ 17,82.

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Desde janeiro, as ações da B3 acumulam alta de 31%.

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Repórter
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
Jornalista formada pela PUC-SP, com especialização em Finanças e Economia pela FGV. É repórter do MoneyTimes e já passou pela redação do Seu Dinheiro e setor de análise politica da XP Investimentos.
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