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Bancos fazem alegria de investidores nesta quarta; ITUB4 salta 5% e BBSA3 e BBDC4 também sobem forte

30 set 2026, 15:42 - atualizado em 30 set 2026, 15:54
Bancos
(Imagem: Divulgação / Montagem: Bruna Martins)

Os bancos entraram na festa do Ibovespa pelo porta da frente nesta quarta-feira (30). Enquanto o índice salta 2%, os bancos acompanham. Itaú (ITUB4), por exemplo, chegou a disparar mais de 5%, enquanto do Bradesco (BBDC4) tem alta de 3,60% e Banco do Brasil (BBSA3) 4,80%.

TickerEmpresaPreçoVariação
SANB11Santander BRPNR$ 14,34-2,12%
ITUB4Itaú Unibanco PNR$ 44,25+4,61%
BPAC11BTG Pactual UnitR$ 64,32+2,34%
BBAS3Banco do BrasilR$ 22,94+4,08%
BBDC4Bradesco PNR$ 18,48+3,60%
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Por serem ações mais liquidas, o setor financeiro é um dos favoritos para investidores gringos se exporem ao Brasil. É fácil comprar e fácil vender. Nesta quarta, o mercado acordou animado após dados de inflação nos Estados Unidos virem abaixo do esperado.

Há ainda sinais de entrada de fluxo estrangeiro na Bolsa. O iShares MSCI Brazil (EWZ), que é um fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) negociado na Bolsa de Nova York (NYSE) que replica o desempenho do mercado acionário brasileiro — e que também opera influenciado por fatores externos —, também opera em forte alta. No mesmo horário, o EWZ subia 2,70%, a US$ 37,46, na máxima intradia.

Os 2 fatores por trás da alta

Parte da forte valorização do Ibovespa deve-se ao cenário externo. Nos Estados Unidos, o Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE) subiu 0,3% em agosto, na comparação mensal, segundo divulgado pelo Bureau of Economic Analysis (BEA).

A ferramenta FedWatch, do CME Group, agora aponta 60,7% de chance de o BC norte-americano manter os juros na faixa de 3,75% a 4,00% em outubro. Na véspera, a probabilidade era de 49,1%.

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“O resultado ajuda a aliviar parte da pressão que vinha sendo observada sobre os yields dos Treasuries e sobre as expectativas de uma sequência mais intensa de altas nos juros dos EUA”, avalia William Castro, estrategista-chefe da Avenue.

Já o segundo fator é doméstico. A quatro dias do primeiro turno das eleições presidenciais, a disputa entre o incumbente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) segue acirrada e sem um vencedor claro, segundo as pesquisas eleitorais.

De olho nesse cenário mais incerto, parte do mercado já tem precificado uma eventual mudança de governo.

Com Liliane Lima

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Editor-assistente
Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022, 2023 e 2024. Possui curso intensivo de mercado de capitais oferecido pelo Insper em parceria com a B3. É também setorista de bancos. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
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Formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, cobre mercados desde 2018. Ficou entre os jornalistas +Admirados da Imprensa de Economia e Finanças das edições de 2022, 2023 e 2024. Possui curso intensivo de mercado de capitais oferecido pelo Insper em parceria com a B3. É também setorista de bancos. Antes, atuou na assessoria de imprensa do Ministério Público do Trabalho e como repórter do portal Suno Notícias, da Suno Research.
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