Bitcoin (BTC) cai para os US$ 93 mil com baixa liquidez nesta segunda-feira (19); veja preços das criptomoedas hoje
O bitcoin (BTC) é negociado na casa dos US$ 93 mil, com uma queda de pouco mais de 2% nas últimas 24h. O mercado global de criptomoedas recua nesta segunda-feira (19), com alguns tokens recuando até 6% nas primeiras horas do dia.
No mercado tradicional, as bolsas asiáticas encerraram o pregão sem um único sinal enquanto os principais índices europeus caem forte com a ameaça de tarifas no ar.
Hoje, as bolsas de Nova York não abrem devido ao feriado local de dia de Martin Luther King Jr. Com isso, a liquidez dos ativos de risco global permanece limitada, o que tende a elevar a volatilidade do dia.
Veja o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:
| # | Cripto | Preço | 24h | 7d | YTD |
| 1 | Bitcoin (BTC) | US$ 93.069,74 | -2,11% | 2,72% | 6,35% |
| 2 | Ethereum (ETH) | US$ 3.223,92 | -2,85% | 3,51% | 8,66% |
| 3 | Tether (USDT) | US$ 0,9994 | -0,01% | 0,06% | 0,09% |
| 4 | BNB (BNB) | US$ 927,35 | -1,92% | 3,02% | 7,43% |
| 5 | XRP (XRP) | US$ 1,97 | -3,82% | -3,21% | 7,36% |
| 6 | USD Coin (USDC) | US$ 0,9998 | 0,00% | 0,00% | 0,02% |
| 7 | Solana (SOL) | US$ 133,86 | -5,89% | -4,12% | 7,54% |
| 8 | TRON (TRX) | US$ 0,3153 | -0,56% | 6,11% | 10,95% |
| 9 | Dogecoin (DOGE) | US$ 0,1277 | -6,83% | -6,46% | 8,94% |
| 10 | Cardano (ADA) | US$ 0,3716 | -5,41% | -3,97% | 11,66% |
Fonte: Coin Market Cap.
Bitcoin (BTC) no início da semana
Nas últimas 24h, foram liquidados US$ 788 milhões em contratos futuros (open interests) e criptomoedas. Naturalmente, a maior parte deles em bitcoin.
Os investidores ainda monitoram o aumento das tensões entre Estados Unidos e União Europeia, em especial no que tange à invasão da Groenlândia.
No sábado (17), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar impor tarifas a oito países europeus caso Washington não seja autorizado a comprar a Groenlândia, ampliando a incerteza no comércio internacional.
Segundo Trump, os EUA aplicarão uma tarifa adicional de 10% sobre importações desses países a partir de 1º de fevereiro. A alíquota subiria para 25% em 1º de junho, caso não haja um acordo. As medidas atingiriam produtos da Dinamarca, Noruega, Suécia, França, Alemanha, Holanda, Finlândia e Reino Unido.
Para hoje, a falta de indicadores deixa os investidores à deriva. O destaque vai para a decisão sobre os juros básicos da economia da China (LPRs, na sigla em inglês), que deve ser publicada durante a noite no Brasil.
Para esta semana, os investidores aguardam os números do PIB e da inflação, medidas pelo PCE, nos Estados Unidos, marcados para quinta-feira (22).