Bitcoin (BTC) de terno e gravata — mas ainda de chinelo: Leia os destaques da semana no Crypto Times
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Não é de hoje que o mercado de criptomoedas deixou de andar de chinelos pelos rincões da internet e passou a usar os charmosos ternos e gravatas — ou coletinhos, se preferir — da Faria Lima e de Wall Street.
Antes, o bitcoin (BTC) era visto apenas como uma “moedinha digital”, usada para atividades escusas por um grupo muito, muito pequeno de pessoas. Não era muito diferente de qualquer moeda de jogo de RPG online, para ser honesto.
Mas o “banho de loja” veio: fundos, corretoras e todo um mercado se formou ao redor do bitcoin e toda uma economia voltada às criptomoedas surgiu.
O BTC largou a bermuda e a regata e logo passou a vestir camisa e costume completo, com terno de alfaiataria, esbanjando ETFs, fundos, contratos futuros, staking, e todo tipo de produtos que se possa imaginar.
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Assim, novos termos foram introduzidos — entre eles, a “criptoeconomia”.
No entanto, ao chegar em Brasília, frente à arquitetura de estilo brutalista do prédio da sede do Banco Central, um problema: o bitcoin ainda andava de chinelos. Faltavam sapatos para caminhar mais imponentemente.
Foi aí que o BC brasileiro decidiu calçar o BTC e toda criptoeconomia local, publicando três resoluções que estabelecem parâmetros para o setor. Naturalmente, nem todo sapato igual cabe em todos os formatos de pés por aí.
Por isso, Bernardo Srur, diretor-presidente da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto), escreveu uma coluna para o Crypto Times sobre os benefícios da nova legislação — e, é claro, o que dela pode melhorar daqui para frente. Vale a leitura aqui.
Fique a seguir com as principais notícias aqui do Crypto Times na última semana.
Um forte abraço,
Renan Sousa, editor-assistente do Money Times.
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