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Bitcoin (BTC) de terno e gravata — mas ainda de chinelo: Leia os destaques da semana no Crypto Times

30 nov 2025, 11:00 - atualizado em 28 nov 2025, 16:18
Bitcoin (BTC) de terno, gravata — mas inda de chinelos. (Imagem ChatGPT)
Bitcoin (BTC) de terno, gravata — mas inda de chinelos. (Imagem ChatGPT)

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Não é de hoje que o mercado de criptomoedas deixou de andar de chinelos pelos rincões da internet e passou a usar os charmosos ternos e gravatas — ou coletinhos, se preferir — da Faria Lima e de Wall Street.  

Antes, o bitcoin (BTC) era visto apenas como uma “moedinha digital”, usada para atividades escusas por um grupo muito, muito pequeno de pessoas. Não era muito diferente de qualquer moeda de jogo de RPG online, para ser honesto.  

Mas o “banho de loja” veio: fundos, corretoras e todo um mercado se formou ao redor do bitcoin e toda uma economia voltada às criptomoedas surgiu. 

O BTC largou a bermuda e a regata e logo passou a vestir camisa e costume completo, com terno de alfaiataria, esbanjando ETFs, fundos, contratos futuros, staking, e todo tipo de produtos que se possa imaginar.  

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  • LEIA TAMBÉM: As recomendações das principais corretoras de criptomoedas estão em um e-book gratuito do Crypto Times; cadastre-se para receber 

Assim, novos termos foram introduzidos — entre eles, a “criptoeconomia”.  

No entanto, ao chegar em Brasília, frente à arquitetura de estilo brutalista do prédio da sede do Banco Central, um problema: o bitcoin ainda andava de chinelos. Faltavam sapatos para caminhar mais imponentemente.  

Foi aí que o BC brasileiro decidiu calçar o BTC e toda criptoeconomia local, publicando três resoluções que estabelecem parâmetros para o setor. Naturalmente, nem todo sapato igual cabe em todos os formatos de pés por aí. 

Por isso, Bernardo Srur, diretor-presidente da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto), escreveu uma coluna para o Crypto Times sobre os benefícios da nova legislação — e, é claro, o que dela pode melhorar daqui para frente. Vale a leitura aqui.  

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Fique a seguir com as principais notícias aqui do Crypto Times na última semana.  

Um forte abraço,  

Renan Sousa, editor-assistente do Money Times. 

Veja os destaques da semana do bitcoin (BTC) e das criptomoedas

O bitcoin não perdoa: Traders de criptomoedas entram em competição — e quase 90% terminam com prejuízo.  

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Toda competição exige habilidade e resiliência — seja no xadrez, nas artes marciais ou no futebol. Em um campeonato de trading não é diferente. Só que, desta vez, manter a cabeça fria e o equilíbrio emocional foi ainda mais importante: na disputa de trading de criptomoedas promovida pela Synthetix, quase 90% dos participantes terminaram no negativo por causa do bitcoin (BTC). Leia mais. 

Até onde vai o preço do bitcoin (BTC)? Analistas comentam recuperação — e o que não pode acontecer agora 

O bitcoin (BTC) parece ter criado um novo suporte de preços após recobrar patamares psicológicos de preço acima dos US$ 85.000. A recuperação está longe de reverter as perdas de mais de 5% nos últimos sete dias, mas o mercado parece relativamente mais animado do que há duas semanas.  Leia mais. 

Wall Street retira US$ 5,4 bilhões da Strategy (MSTR) em meio a queda e fraqueza do bitcoin (BTC) no 3T25 

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Diversas instituições importantes nos Estados Unidos — o que inclui nomes como Capital International, Vanguard, BlackRock e Fidelity — reduziram coletivamente suas posições em Strategy (MSTR) em cerca de US$ 5,4 bilhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25). Leia mais. 

Fundos de investimento em criptomoedas registram saques de US$ 1,9 bilhão na quarta semana seguida de saídas 

Os números são do levantamento semanal da CoinShares. Com isso, no período de quatro semanas, a cifra atingiu os US$ 4,92 bilhões, o que representa 2,9% do total de ativos sob gestão (Assets under Management, ou AuM). Leia mais. 

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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