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Bitcoin (BTC) estaciona nos US$ 84 mil e criptomoedas sobem até 15% na semana; veja preços neste domingo (27)

27 set 2026, 8:51
Bitcoin (BTC) espera sua hora de substituir o dólar (Imagem Copilot)
Bitcoin (BTC) espera sua hora de substituir o dólar (Imagem Copilot)

Obitcoin (BTC) é negociado na casa dos US$ 84 mil na manhã deste domingo (27), com uma alta próxima da estabilidade nas últimas 24h.

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O mercado global de criptomoedas opera próximo da estabilidade hoje, com viés majoritariamente positivo. Aos fins de semana, a liquidez tende a ser reduzida para os ativos digitais, que não seguem o cronograma das bolsas tradicionais e operam 24h por dia, sem pausas.

Veja o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:

#CriptoPreço24h7d30d
1Bitcoin (BTC)US$ 84.874,880,86%5,54%-3,01%
2Ethereum (ETH)US$ 2.708,990,79%5,21%-8,70%
3Tether (USDT)US$ 0,99970,00%0,01%0,13%
4BNB (BNB)US$ 779,080,61%3,69%-9,75%
5XRP (XRP)US$ 1,53-0,82%11,61%-16,50%
6USDC (USDC)US$ 0,99980,00%0,00%0,02%
7Solana (SOL)US$ 123,982,78%14,67%-0,40%
8TRON (TRX)US$ 0,3342-0,77%-2,28%17,59%
9Zcash (ZEC)US$ 1.664,548,27%15,91%224,79%
10Hyperliquid (HYPE)US$ 93,171,25%2,65%266,37%

A semana do bitcoin (BTC)

O bitcoin teve uma semana marcada por forte volatilidade, mas ainda sustentando ganhos acumulados.

No início da semana, a maior criptomoeda do mundo avançou para a região de US$ 86 mil, impulsionada pela melhora do apetite por risco e pela retomada dos fluxos positivos para os ETFs de bitcoin à vista nos Estados Unidos.

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O mercado também passou a focar no vencimento trimestral de opções, concentrado em strikes entre US$ 85 mil e US$ 100 mil, além da expectativa sazonalmente positiva para outubro, o chamado “Uptober”.

Na sequência, o rali perdeu força e deu lugar a uma realização de lucros. Apesar de os ETFs terem registrado entradas expressivas, próximas de US$ 1 bilhão em um único dia, os investidores ficaram mais cautelosos diante da alta dos juros americanos e do petróleo.

Os dados do mercado de derivativos também mostraram um posicionamento mais defensivo, com aumento da participação de posições vendidas e queda no volume negociado em futuros, sinalizando receio de uma correção de curto prazo.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.

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