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Bitcoin (BTC) cai antes do ‘Teste de Warsh’ no Banco Central; veja preços das criptomoedas nesta quarta-feira (17)

17 jun 2026, 8:19 - atualizado em 17 jun 2026, 8:19
Kevin Warsh, indicado para o cargo de chair do Fed, durante audiência no Comitê Bancário do Senado dos EUA 21 de abril de 2026 (REUTERS/Kevin Lamarque)
Kevin Warsh, novo presidente do Federal Reserve, durante audiência no Comitê Bancário do Senado dos EUA 21 de abril de 2026 (REUTERS/Kevin Lamarque)

O Bitcoin (BTC) é negociado na casa dos US$ 64,8 mil na manhã desta quarta-feira (17), com uma queda de cerca de 2% nas últimas 24h.

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O mercado global de criptomoedas opera no vermelho na manhã de hoje, com alguns tokens recuando mais de 4% nas primeiras horas do dia.

No mercado tradicional, as bolsas asiáticas fecharam mistas. O mercado europeu opera sem direção definida, enquanto os futuros de Nova York avançam nesta manhã.

Veja o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:

#Criptomoeda (Ticker)Preço24h7dYTD
1Bitcoin (BTC)US$ 64.536,58-3,02%5,89%-26,25%
2Ethereum (ETH)US$ 1.758,81-2,14%8,99%-40,72%
3Tether (USDT)US$ 0,9990-0,03%-0,02%0,06%
4BNB (BNB)US$ 601,30-2,06%3,02%-30,34%
5XRP (XRP)US$ 1,19-3,78%7,59%-35,19%
6USDC (USDC)US$ 0,9997-0,01%-0,01%0,01%
7Solana (SOL)US$ 71,92-3,81%13,30%-42,22%
8TRON (TRX)US$ 0,31950,61%-0,88%12,42%
9Hyperliquid (HYPE)US$ 71,65-5,53%26,84%181,76%
10Dogecoin (DOGE)US$ 0,08585-2,76%2,83%-26,80%
Fonte: Coin Market Cap.

Bitcoin (BTC) e o ‘Teste de Warsh’

Na tarde de hoje acontece a primeira reunião do Fomc, o equivalente ao Copom do Banco Central norte-americano (Federal Reserve, ou Fed) sob a batuta de Kevin Warsh, recém-empossado no comando da instituição.

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De acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group, o colegiado deve manter os juros inalterados nesta reunião, na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano, um patamar considerado elevado para uma economia daquele porte.

E, se os investidores passaram os últimos dois anos debatendo quando os cortes de juros começariam, a questão agora é por quanto tempo as taxas permanecerão elevadas — e de o risco de novos apertos monetários voltar ao radar.

A elevação dos custos de energia após o fechamento do Estreito de Ormuz vem pressionando os Bancos Centrais pelo globo a subirem os juros das principais economias mundiais. Naturalmente, se o maior BC do planeta decidir pelo mesmo, a era do “dinheiro barato” — que já não estava lá tão acessível — pode cair por terra de vez.

Nesse cenário, ativos de maior risco, como é o caso das criptomoedas, tendem a ter um desempenho aquém do que gostariam os investidores. Cabe, agora, analisar o comunicado após a decisão para avaliar o futuro das taxas nos EUA.

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É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
É editor-assistente do Money Times, atua na cobertura de criptomoedas, criptoeconomia e tecnologia para o Crypto Times. Formado em jornalismo pela ECA-USP, graduando em Economia na Unifesp. Foi repórter no Seu Dinheiro, Editora Globo e SpaceMoney.
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