Brasil tem mais chance que a Alemanha de ganhar a Copa do Mundo de 2026, mas deve cair nas quartas depois de perder para o futuro campeão (ou vice)
Entre projeções de economistas, previsões de casas de apostas e análises de especialistas em futebol, a grande questão do momento é: quem será o próximo campeão da Copa do Mundo? Nada mais justo que utilizar a ferramenta que vêm dominando o dia das pessoas para responder essa pergunta.
Quando perguntado qual seu palpite para seleção vitoriosa da Copa do Mundo de 2026, o ChatGPT aponta a Espanha como vencedora.
Por que a Espanha?
De acordo com os dados coletados em sua rede para a projeção do time campeão da edição de 2026 do Mundial, o ChatGPT defende a Espanha como seleção vitoriosa, por combinar quatro pilares que costumam decidir a copa.
De acordo com a inteligência artificial esses são: força coletiva, meio-campo dominante, jogadores decisivos em alta e estatísticas favoráveis.
O modelo da OpenAI ainda faz uma leitura de comentarista sobre a previsão do desempenho da seleção espanhola.
Considera a seleção um time “redondo” que não apenas joga bonito mas também controla a partida, com um meio-campo técnico, posse com agressividade e um elenco jovem, mas acostumado a pressão.
Além da força coletiva da equipe, o ChatGPT ressalta o talento individual de Lamine Yamal, atacante de 18 anos do Barcelona, apontado como estrela do time.
Apesar de ele estar se recuperando de uma lesão muscular, a IA o categoriza como o tipo de jogador que muda defesa em um mata-mata, e uma peça central do time.
Em sua justificativa para a escolha da Espanha como campeã, cita também a análise do supercomputador Opta, segundo o qual a “Fúria” apresenta grande probabilidades de liderar o grupo e chances superiores a 50 % de chegar às quartas.
Principais rivais
Para calcular os principais rivais da Espanha o chat utiliza como referência os dados da projeção do Opta, que simulou 25 mil vezes e colocou o país ibérico com uma chance de 16,1% de chance de título.
A seleção da França fica como segunda favorita com 13,0% de chances de ganhar, seguida por Inglaterra com 11,2% e Argentina com 10,4%.
Com chances menores aparecem Portugal com 7,0%, Brasil com 6,6% e Alemanha com 5,1% de probabilidade de vitória.
A França é considerada uma forte concorrente pelo seu elenco com Mbappé e Dembélé, com histórico recente de finais em Copas do Mundo em 2018 e 2022.
O ChatGPT coloca a Inglaterra como uma candidata que quase sempre apresenta um ótimo desempenho no início, mas conforme o jogo aperta nas fases mais avançadas, perde pela falta de leveza emocional.
Destaca-se com uma boa campanha de classificação com vitórias e consistência, e uma base de alto nível com Bellingham, Rice e Saka.
Para o modelo da OpenAI, a Argentina tem cara de semifinalista, mas para ser bicampeã precisa de um último milagre do camisa 10.
Considera que o time não depende mais totalmente de Messi, mas o atacante continua sendo um diferencial. E apesar do elenco ser maduro e competitivo, alguns nomes centrais já estão mais “rodados” fisicamente.
Além de carregar o peso de ter sido o último campeão, que dificulta historicamente um bom desempenho.
E o Brasil fica como?
De acordo com a análise do ChatGPT, o Brasil tem teto alto, mas chega menos estável que os grandes europeus.
Considera o comando de Carlo Ancelotti como um diferencial, com jogadores de altíssimo nível.
Mas pontua as perdas recentes do elenco como Wesley que foi substituído por Éderson por conta de uma lesão, e Neymar que por conta de recente lesão na panturrilha tem risco de participação limitada na Copa.
O ChatGPT prevê para o Brasil uma classificação sem nenhum grande desempenho na fase de grupos, passagens apertadas na segunda fase e nas oitavas seguida de eliminação nas quartas.
O cenário mais provável, segundo a inteligência artificial, é que a seleção brasileira perca para a Espanha ou para a França nas quartas.
*Sob supervisão de Ricardo Gozzi