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Brava (BRAV3): XP vê dado de produção de maio como marginalmente positivo, com offshore acima do esperado

07 jun 2026, 9:30 - atualizado em 07 jun 2026, 9:30
Brava Energia
(Imagem: Divulgação/Brava Energia)

A XP Investimentos avalia como marginalmente positivo o relatório de produção divulgado pela Brava Energia (BRAV3) na quinta-feira (4) referente a maio, embora destaque que a melhora já era amplamente esperada pelo mercado com base nos dados diários da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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Segundo a companhia, a produção total atingiu cerca de 80,9 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) em maio, avanço de 1,2 mil boed na comparação mensal. A produção de óleo somou 62,6 mil barris por dia (bpd), praticamente estável em relação a abril, enquanto a produção de gás alcançou 18,3 mil boed, alta de 1,4 mil boed no período.

Na visão da XP, o principal destaque foi o desempenho da produção offshore de óleo, que ficou ligeiramente acima das expectativas da casa. A corretora estimava uma produção de 40,5 mil barris por dia, enquanto o resultado efetivo foi de 41,7 mil barris por dia.

A XP ressalta que os ativos de Atlanta e Papa-Terra entregaram resultados em linha com suas projeções, com produção próxima de 25 mil barris por dia e 10 mil barris por dia, respectivamente. Já o campo de Parque das Conchas registrou produção de 6,5 mil barris por dia, ligeiramente acima do esperado, refletindo principalmente a recuperação do campo de Argonauta ao final do mês.

O avanço da produção total foi impulsionado principalmente pelos ativos de Atlanta, Peroá e Manati, que apresentaram crescimento na comparação mensal. Por outro lado, houve recuo em Parque das Conchas, enquanto o polo Potiguar registrou leve alta e o Recôncavo apresentou queda marginal. Papa-Terra permaneceu praticamente estável no período.

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A XP também chama atenção para o desempenho do polo Potiguar, cuja produção de aproximadamente 19 mil boed continua sendo impactada pela interdição imposta pela ANP em outubro de 2025. Segundo a corretora, o leve aumento observado na produção de óleo do ativo reflete a retomada gradual das operações no Polo Fazenda Belém, que havia sido afetado pela paralisação.

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