Exportações

Ministério da Agricultura desmente informação sobre suposta taxação da China sobre carne bovina brasileira

22 jul 2026, 18:35
boi propriedades rurais
(iStock.com/JesperSohof)

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou nesta quarta-feira (22) uma nota para desmentir informações que circulam nas redes sociais sobre uma suposta aplicação de uma tarifa de 55% pela China sobre as exportações brasileiras de carne bovina.

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Segundo a pasta, a informação é falsa. “É falsa a informação de que a China taxou, neste mês, novas taxações às importações brasileiras de carnes”, afirmou o ministério.

O governo chinês anunciou, no fim do ano passado, a aplicação de uma tarifa adicional de 55% sobre a carne bovina importada, mas a medida não representa uma cobrança imediata sobre todos os embarques brasileiros. A tarifa incide apenas sobre o volume que ultrapassar a cota definida pela China para cada país exportador.

Para o Brasil, a cota estabelecida para 2026 é de 1,106 milhão de toneladas. Dentro desse limite, as exportações seguem sujeitas à tarifa de 12%, mesma alíquota aplicada aos demais países.

De acordo com a atualização mais recente do Ministério do Comércio da China (Mofcom), cerca de 80% da cota destinada ao Brasil já foi utilizada. O excedente que ultrapassar o limite será tributado em 67%, resultado da soma da tarifa extra de 55% com a alíquota de 12% já aplicada anteriormente.

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O Mapa destacou ainda que a sobretaxa não é exclusiva para a carne brasileira, mas vale para qualquer país exportador que exceder a cota individual estabelecida pelo governo chinês.

“Portanto, a publicação que circula nas redes sociais apresenta a informação de forma equivocada, pois não se trata de uma taxação específica sobre as vendas do Brasil para aquele país”, afirmou a pasta.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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