CEO da Brava Energia (BRAV3) renuncia e petrolífera faz mudanças no alto escalão; veja quem assume
A Brava Energia (BRAV3) informou ao mercado a renúncia de Décio Oddone ao cargo de diretor presidente (CEO) da companhia, seguindo o processo de sucessão planejado pelo executivo.
De acordo com o fato relevante desta segunda-feira (12), Oddone permanecerá no cargo até 31 de janeiro de 2026, visando uma transição gradual, coordenada e alinhada às diretrizes estratégica e de governança da companhia para o novo CEO.
Inclusive, o conselho de administração da petrolífera elegeu Richard Kovacs para o cargo, com a posse marcada para o dia 1 de fevereiro de 2026. Para assumir a posição, Kovacs renunciou ao cargo de presidente do conselho de administração que ocupava anteriormente, permanecendo apenas como membro.
“A eleição do Sr. Richard assegura a continuidade da estratégia de longo prazo da companhia, bem como a preservação de sua cultura de disciplina de capital, segurança operacional e eficiência”, diz o fato relevante da Brava.
Por fim, para substituir Kovacs na presidência do conselho, houve a eleição de Alexandre Cruz ao cargo.
Desempenho da Brava Energia
Na última semana, a petrolífera registrou produção média diária de 74,6 mil barris de óleo equivalente (boe) em dezembro de 2026, de acordo com o relatório de dados não auditados. O número representa um avanço de 6% ante o mês anterior.
A companhia atribui o resultado do mês ao retorno de Atlanta e Papa-Terra para patamares normalizados de produção, após manutenção programada e intervenções durante o mês de novembro, parcialmente compensado pela parada programada em Parque das Conchas, pela interdição temporária de instalações em Potiguar e a redução na demanda de gás em Manati.
Em dezembro de 2025, a companhia registrou produção média diária de 28,9, mil boe no onshore (em terra firme) e 45,6 mil boe no offshore (em mar).
De acordo com o relatório, a Brava encerrou o ano de 2025 com produção média de 81,3 mil boe por dia, um aumento de 46% em relação ao ano anterior, com destaque para Papa-Terra e Atlanta, que registraram os seus melhores resultados anuais históricos de produção e eficiência operacional.