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CerradinhoBio: lucro cresce 90% na safra 2025/2026, para R$ 372,7 milhões

18 jun 2026, 10:16 - atualizado em 18 jun 2026, 10:16
Cerradinhobio etanol milho cana-de-açúcar
(Foto: Divulgação)

A Cerradinho Bioenergia encerrou a safra 2025/2026 com resultados recordes e forte avanço nos principais indicadores financeiros e operacionais. A companhia registrou lucro líquido de R$ 372,7 milhões, alta de 90% em relação ao ciclo anterior, impulsionada pela estratégia de diversificação do portfólio, com maior participação do açúcar e do etanol de milho na composição das receitas.

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O Ebitda consolidado atingiu R$ 1,536 bilhão, crescimento de 35% na comparação anual, enquanto o EBIT ajustado somou R$ 1,026 bilhão, avanço de 42%. A receita líquida consolidada alcançou R$ 4,288 bilhões.

A empresa também reforçou sua estrutura financeira, reduzindo a alavancagem medida pela relação dívida líquida/Ebitda de 2,00 vezes para 1,40 vez ao fim da safra, uma queda de 30% em relação a março de 2025.

No campo operacional, a moagem de cana-de-açúcar chegou a 5,181 milhões de toneladas, volume 8% superior ao registrado na safra anterior. Já a moagem de milho alcançou 1,514 milhão de toneladas, avanço de 4%.

A produção de açúcar VHP foi um dos destaques do período, somando 415 mil toneladas, um salto de 195% na comparação anual. O desempenho reflete a conclusão da segunda fase da expansão da fábrica de açúcar, que permitiu direcionar 62% do mix da cana para a fabricação do adoçante.

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A produção total de etanol atingiu 865 mil metros cúbicos, dos quais 687 mil metros cúbicos foram produzidos nas unidades de etanol de milho. As operações de milho também geraram 362 mil toneladas de DDGs, alta de 3%, e 28,6 mil toneladas de óleo de milho, crescimento de 9% em relação à safra anterior.

Segundo o CEO da CerradinhoBio, Renato Pretti, a safra marcou uma mudança de patamar para a companhia, com evolução da qualidade operacional, execução eficiente dos projetos de expansão e fortalecimento da estrutura de capital. De acordo com o executivo, os resultados evidenciam a capacidade da empresa de gerar valor mesmo em um ambiente desafiador para o setor sucroenergético.

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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, ficou entre os 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio.
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