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Chega de reconhecer firma: Câmara aprova cartório online obrigatório até 2023

05 maio 2022, 15:17 - atualizado em 05 maio 2022, 15:17
cartórios
Os cartórios que não quiserem aderir ao sistema deverão encontrar maneira de se comunicar com o SERP (Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira (5), a medida provisória que obriga os cartórios a criar uma plataforma online de provisão de serviços até o final de 2023.

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A modernização deverá ser feita pelo estabelecimento do Sistema Eletrônico de Registros Públicos (SERP). Pelo sistema, será possível enviar e receber documentos e títulos, expedir certidões e fornecer informações por meio eletrônico.

Os dados serão guardados por uma central única, responsável nacionalmente por todos os registros de títulos e documentos públicos.

O texto dispõe que o sistema será comandado por uma pessoa jurídica sem fins lucrativos e será custeado pelos próprios cartórios, por um fundo.

Menos burocracia

A MP também estabelece prazos máximos para a prestação dos serviços por parte dos cartórios, além de possibilitar assinaturas digitais e dispensar o reconhecimento de firma para registro de títulos e documentos.

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Além disso, os cartórios serão obrigados a aceitar cartões de crédito e débito como forma de pagamento.

O Serp também permitirá a realização de registros de recém-nascidos e a regularização de incorporações imobiliárias.

Segundo o governo, estes e muitos outros serviços poderão ser realizados sem a necessidade de sair de casa, o que vem para aliviar a vida de pessoas e empresas que se deslocam para serviços presenciais nos mais de 13 mil cartórios no país.

Os cartórios que não quiserem aderir ao sistema deverão encontrar maneira de se comunicar com o Serp e demais cartórios, obrigatoriamente.

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O texto-base foi aprovado com 259 votos à favor e 64 contrários, e agora segue para o Senado. A MP precisa ser votada até 1° de junho para não perder a validade.

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Estagiária
Graduanda em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas, com enfoque acadêmico em Finanças Públicas. Tem experiência em empreendedorismo e novos negócios, tendo atuado na aceleradora de startups FGV Ventures. Participou da produção de podcasts sobre políticas públicas e atualidades, como "Dos dois lados da rua", "Rádio EPEP" e "Impacto FGV EAESP Pesquisa". Atuou como repórter na revista estudantil Gazeta Vargas.
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Graduanda em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas, com enfoque acadêmico em Finanças Públicas. Tem experiência em empreendedorismo e novos negócios, tendo atuado na aceleradora de startups FGV Ventures. Participou da produção de podcasts sobre políticas públicas e atualidades, como "Dos dois lados da rua", "Rádio EPEP" e "Impacto FGV EAESP Pesquisa". Atuou como repórter na revista estudantil Gazeta Vargas.
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