Internacional

China atingirá US$ 40 bilhões em importação agrícola dos EUA

20 dez 2019, 17:31 - atualizado em 20 dez 2019, 17:31
A Shanghai JC Intelligence, considerada a consultoria mais bem informada do país, afirma que a China poderá gastar US$ 18,7 bilhões anuais em soja americana (Imagem: REUTERS/Paulo Whitaker)

A China não terá problemas para comprar US$ 40 bilhões anuais em produtos agrícolas dos EUA, apesar das preocupações sobre a viabilidade do acordo, segundo uma influente firma especializada.

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A Shanghai JC Intelligence, considerada a consultoria mais bem informada do país, afirma que a China poderá gastar US$ 18,7 bilhões anuais em soja americana, cerca de US$ 7 bilhões em outros grãos e produtos relacionados, mais de US$ 2 bilhões em frango e pés de galinha e US$ 2,5 bilhões em nozes e sementes comestíveis.

A JCI também acredita que o país asiático pode trazer algodão, peixe e etanol dos EUA.

A JCI afirma que divulgou as estimativas a fim de eliminar dúvidas lançadas pela mídia internacional e outras instituições sobre a fase um do acordo comercial entre Pequim e Washington.

Presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca
Embora o presidente dos EUA, Donald Trump, tenha afirmado que a China atingirá a meta “muito em breve”, isso exigiria um grande salto nas importações chinesas (Imagem: Reuters/Yuri Gripas)

O Citigroup questionou se a China conseguirá comprar de US$ 40 bilhões a US$ 50 bilhões em produtos agrícolas americanos no próximo ano e entende que até mesmo US$ 32 bilhões representariam uma “façanha desafiadora”.

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Embora o presidente dos EUA, Donald Trump, tenha afirmado que a China atingirá a meta “muito em breve”, isso exigiria um grande salto nas importações chinesas, potencialmente esbarrando em sua capacidade de absorver os produtos.

A China importou aproximadamente US$ 24 bilhões em produtos agrícolas e afins dos EUA em 2017, o ano anterior ao início da guerra comercial.

“Eu tenho sido muito cético”, disse Joseph Glauber, que já foi economista-chefe do Departamento de Agricultura dos EUA. “Como eles farão isso?”

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