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Ultrapar (UGPA3) lidera altas da semana no Ibovespa; Azzas 2154 (AZZA3) tem a maior queda do período

04 jul 2026, 9:30 - atualizado em 04 jul 2026, 9:12
Day Trade, Empresas, Investimentos, Vibra Energia, VBBR3, Engie, EGIE3
(Imagem: Youtube/Ipiranga)

As ações da Ultrapar (UGPA3) encerraram a semana como o principal destaque positivo do Ibovespa, com valorização de 7,54%, enquanto a Azzas 2154 (AZZA3) teve a maior queda do índice no período, com recuo de 9,74%.

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O Ibovespa (IBOV) acumulou alta de 0,55% na semana, marcando o segundo avanço semanal consecutivo. Nesta sexta-feira (3), o principal índice da bolsa brasileira subiu 0,84%, aos 174.247,45 pontos, voltando a encerrar acima dos 174 mil pontos pela primeira vez em cerca de um mês.

A Ultrapar teve uma sequência de notícias positivas. No início do período, o Grupo Ultra desistiu da disputa pela compra da Rumo (RAIL3), colocada à venda pela Cosan (CSAN3). Na avaliação do Bradesco BBI, a decisão foi “altamente positiva”, por evitar uma alocação de capital fora do foco da companhia, preservando a geração de caixa e a capacidade de distribuição de dividendos.

No meio da semana, o Bank of America (BofA) afirmou que as ações ainda são negociadas próximas aos níveis anteriores ao início do conflito no Oriente Médio, em fevereiro, e que a melhora das margens e da geração de caixa futura ainda não está totalmente precificada.

Na sexta, o Broadcast, do Grupo Estado, informou que a canadense Couche-Tard tem interesse na participação da Ultrapar na Ipiranga, movimento visto como parte da estratégia do grupo de otimizar a alocação de capital sem abrir mão do controle da distribuidora.

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Na sequência das maiores altas da semana aparecem Usiminas (USIM5), com ganho de 6,05%, e Natura (NATU3), com avanço de 5,01%.

EmpresaTickerVariação na semana
UltraparUGPA3+7,54%
UsiminasUSIM5+6,05%
NaturaNATU3+5,01%

Azzas recua quase 10%

Na ponta negativa, a Azzas 2154 recuou 9,74% na semana, mesmo sem novos fatos relevantes. O movimento ampliou a pressão sobre o papel, que já vinha fragilizado por incertezas envolvendo alternativas estratégicas para marcas do grupo e conflitos de governança.

Na semana anterior, a companhia negou que a Hering estivesse à venda após especulações do mercado, enquanto o JP Morgan avaliou que uma eventual alienação da marca é pouco provável sem uma proposta com prêmio relevante.

Também figuraram entre as maiores quedas da semana Brava Energia (BRAV3), com baixa de 6,77%, e Engie Brasil (EGIE3), com recuo de 5,91%.

EmpresaTickerVariação na semana
Azzas 2154AZZA3-9,74%
Brava EnergiaBRAV3-6,77%
Engie BrasilEGIE3-5,91%
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