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Ciclo maciço de celulose ganha tração no curto prazo, e mexe com ações

01/03/2021 - 7:52
Papel higiênico, Suzano
A principal ação do setor de papel e celulose continua sendo a Suzano (Imagem: YouTube/Suzano)

O curto prazo está marcado com a expectativa de que os os produtores de celulose de fibra curta anunciem um aumento de preço de US$ 100 por tonelada, em mais uma toada que continua a surpreender os mercados.  Com o aumento, o preço passaria a US$ 700 por tonelada.

As projeções do Bradesco BBI apontam para preços  da celulose de fibra curta a US$ 760 por tonelada ao final de 2021 e uma média de US$ 700 por tonelada e US$ 680 por tonelada em 2021 e 2022, respectivamente — valor cerca de 20% acima do consenso.

A Ágora Investimentos manteve preço projetado de US$ 540 para o longo prazo.

“Uma combinação de menor disponibilidade de celulose no primeiro semestre, com estoques normais de celulose, recuperação da demanda conforme o mundo ressurge da pandemia, margens dos fabricantes de papel ainda saudáveis e um spread em alta histórica sustentam nossa visão ainda mais otimista”, comentam os analistas Thiago Lofiego e Luiza Mussi sobre a celulose.

Para a dupla da Ágora, o principal papel do setor continua sendo a Suzano (SUZB3), com preço-alvo a R$ 100 por ação. Outra companhia recomendada é a Klabin (KLBN11), com preço-alvo a R$ 38 por ação.

As estimativas de Ebtida para ambas empresas estão cerca de 30% acima do consenso, segundo a casa de análises.

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Última atualização por Lucas Simões - 01/03/2021 - 7:52