Tempo Real

Tempo real: Ibovespa cai aos 135 mil pontos com pesos-pesados e tarifas de Trump; dólar sobe a R$ 5,58

14 jul 2025, 6:37 - atualizado em 14 jul 2025, 17:13
ações
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli)

Resumo: O Ibovespa (IBOV) engatou a sexta sessão consecutiva de perdas com os investidores calibrando os efeitos do “tarifaço” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta segunda-feira (14), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,65%, aos 135.298,99 pontos. 

Já o dólar à vista (USBRL) encerrou as negociações a R$ 5,5842, com alta de 0,66%

No cenário doméstico, o mercado ainda concentrou as atenções no ‘tarifaço’ aos produtos brasileiros. O governo brasileiro tem trabalhado em cenários de negociações com os Estados Unidos, a fim de amenizar o impacto do “tarifaço” aos produtos a serem importados para o território norte-americano, segundo informações do colunista da CNN Brasil, Gustavo Uribe.

Entre os dados, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, mostrou uma queda de 0,74% em maio ante abril.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o Boletim Focus  apontou uma redução nas projeções para inflação pela sétima semana seguida, de 5,18% para 5,17% no final de 2025. Para o dólar, os economistas consultados pelo Banco Central também cortaram a estimativa para o dólar para R$ 5,65 em dezembro deste ano.

No exterior, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou taxas de 30% sobre União Europeia e México no fim de semana. Já hoje (140, ele ameaçou impor novas tarifas à Rússia, que podem chegar a 100%, caso Putin não formalize um acordo de paz com a Ucrânia nos próximos 50 dias. O chefe da Casa Branca também prometeu enviar armamento para a Ucrânia e a Otan.

Confira os principais temas do Ibovespa e dos mercados nesta segunda-feira (14) em tempo real:

Ao vivo
Vendas da MRV (MRVE3) em divisão de incorporação sobem 5,8% no 2T25

A MRV&Co (MRVE3) registrou vendas líquidas de R$ 2,69 bilhões no segundo trimestre na divisão de incorporação, um crescimento de 5,8% ano a ano, com impacto de atraso no repasse de recursos de programas regionais de habitação para a construtora, conforme dados preliminares divulgados nesta segunda-feira.

As vendas não repassadas, segundo apresentação do grupo, somaram R$ 310 milhões, cerca de 1,3 mil unidades.

Leia mais.

Raízen (RAIZ4) aprova emissão de debêntures para captar R$ 850 milhões

O conselho de administração da Raízen (RAIZ4) aprovou, em reunião realizada na semana passada, emissão de debêntures para captar R$ 850 milhões.

Os títulos terão vencimento de cinco anos, e vão pagar aos investidores retorno equivalente a 100% do CDI mais um prêmio de 1,30% ao ano. É a quarta emissão de debêntures da companhia, que terá série única. A Raízen afirma que os recursos serão utilizados para “propósitos gerais”.

BRF (BRFS3): Ação ficou arriscada demais para Previ, que zera posição; papel despenca e analista vê mau sinal

A novela da fusão entre BRF (BRFS3) e Marfrig (MRFG3), que caminha para um desfecho acelerado, ganhou novos capítulos nesta segunda-feira (8).

A Previ, fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil, decidiu zerar sua posição na BRF, encerrando uma parceria que já durava mais de três décadas.

Leia mais.

BrasilAgro (AGRO3) vende fazenda na Bahia por valor equivalente a R$ 141,4 milhões

A BrasilAgro (AGRO3), empresa que atua principalmente na negociação de terras agrícolas, fechou a venda da Fazenda Preferência, localizada na cidade de Baianópolis, na Bahia.

O negócio foi fechado por um valor equivalente a R$ 141,4 milhões. O montante será pago em arrobas de boi. No total, foram 452.342 arrobas, com valor mínimo garantido de R$ 309,50 por arroba. O preço fechado pela BrasilAgro equivale a R$ 11.390,74 por hectare útil, ou 36,44 arrobas.

Leia mais.

“Os investidores ainda veem como blefe”, diz analista sobre nova ofensiva tarifária de Trump

Mesmo com o anúncio de tarifas de 30% sobre produtos da União Europeia e do México a partir de 1º de agosto, o mercado ainda trata a medida como uma tática política de Donald Trump. Para o analista da Empiricus Research, Enzo Pacheco, “os investidores ainda estão assumindo que isso é muito mais um blefe do que algo que vai ser implementado”.

A desconfiança se apoia no histórico do presidente norte-americano, conhecido por ameaçar e depois recuar. No entanto, os efeitos práticos da incerteza já começam a aparecer: empresários hesitam em tomar decisões, projeções de crescimento global foram revistas para baixo, e o risco inflacionário volta ao radar.

Leia mais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Lojas Renner (LREN3), C&A (CEAB3) e Guararapes (GUAR3) caem forte com rumores de suspensão da “taxa das blusinhas”

As ações da Lojas Renner (LREN3) figuraram entre as maiores quedas do  Ibovespa (IBOV) nesta segunda-feira (14). Os papéis da varejista terminaram a sessão com recuo de 2,83%, a R$ 18,17. 

Durante a sessão, LREN3 chegou a registrar baixa de 6,10%, a R$ 17,56. Acompanhe o Tempo Real. 

Leia mais.

BRF (BRFS3) cai após Previ zerar posição; confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (14)

A ponta negativa do Ibovespa foi liderada por BRF (BRFS3). As ações caíram quase 5% após a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, informar que vendeu todas os papéis da companhia na última sexta-feira (11).

O fundo era acionista desde a década de 1990, quando a empresa era Perdigão e seguiu com posição após a fusão com a Sadia em 2009. O fundo de pensão zerou a posição por R$ 1,9 bilhões e deve realocar o capital em  títulos públicos.

Confira as maiores quedas do Ibovespa nesta segunda-feira (14):

> BRF (BRFS3): -4,55%, a R$ 21,00

> Telefônica Vivo (VIVT3): -3,08%, a R$ 31,11

> Lojas Renner (LREN3): 2,83%, a R$ 18,17

> Ultrapar (UGPA3): -2,69%, a R$ 16,64

> Minerva (BEEF3): -2,42%, a R$ 5,25

Petz (PETZ3) sobe em movimento de recuperação; confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (14)

Já a ponta positiva do Ibovespa foi liderada por  Petz (PETZ3), em recuperação das perdas recentes. As ações da empresa acumula queda de quase 6% em julho. Há ainda expectativas de fusão da companhia com a Cobasi.

Confira as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (14):

> Petz (PETZ3): +3,84%, a R$ 3,79

> Hapvida (HAPV3): +3,03%, a R$ 33,30

> MRV (MVRE3): +2,96%, a R$ 6,27

> Klabin (KLBN11): +2,37%, a R$ 19,00

> Engie (EGIE3): +2,21%, a R$ 42,50

Ibovespa é tomado por aversão a risco e cai na contramão de Wall Street; dólar sobe a R$ 5,58

O Ibovespa (IBOV) engatou a sexta sessão consecutiva de perdas com os investidores calibrando os efeitos do “tarifaço” do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Brasil.

Nesta segunda-feira (14), o principal índice da bolsa brasileira terminou o pregão com queda de 0,65%, aos 135.298,99 pontos. 

Leia mais.

Fechamento do Ibovespa (preliminar)

O Ibovespa fechou a segunda-feira (14) em baixa de -0,63%, aos 135.322,97 pontos, de acordo com dados preliminares da B3.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Dólar avança a R$ 5,58 com guerra comercial de Trump

As novas ameaças tarifárias do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, continuaram a movimentar o câmbio — fortalecendo o dólar  no exterior e no Brasil.

Nesta segunda-feira (14), o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,5842, com alta de 0,66%. 

Leia mais.

>> Dólar à vista fecha a R$ 5,5842, com alta de 0,66%
Na mira dos estrangeiros: As ações que dominam o jogo da Bolsa em 2025

As ações da Vale (VALE3), Itaú Unibanco (ITUB4) e Banco do Brasil (BBAS3) lideraram as negociações entre investidores estrangeiros no primeiro semestre de 2025, segundo levantamento da plataforma DataWise+, uma solução da B3 em parceria com a Neoway.

O predomínio dessas ações no radar dos estrangeiros não é por acaso. A escolha reflete a busca por empresas que combinam alta liquidez, solidez institucional e atuação em setores estratégicos da economia nacional, como commodities e serviços financeiros.

Leia mais.

Itaú vê corte da Selic só em 2026, mas aponta dois gatilhos que podem antecipar ciclo

Para o Itaú, o Banco Central (BC) deve iniciar o ciclo de cortes de juros no primeiro trimestre de 2026, com a Selic recuando para 12,75% ao final do ano. Segundo o economista-chefe Mario Mesquita e sua equipe, o atual cenário macroeconômico e os sinais emitidos pelo Comitê de Política Monetária (Copom) indicam que a taxa deve seguir elevada por um período prolongado.

A elevação dos juros em 0,25 ponto percentual (p.p.), para 15% ao ano, na última reunião, marcou provavelmente o fim do atual ciclo de aperto. Ainda que as expectativas e projeções de inflação estejam acima da meta, o banco diz que a barra para elevar os juros “parece ser alta”, diante da combinação entre incertezas globais e os efeitos defasados da política monetária já implementada.

Leia mais.

Petróleo fecha em queda de 1% com tarifas de Trump

Os preços do petróleo caíram cerca de 1% com novas ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O chefe da Casa Branca afirmou que pode impor taxas sobre a Rússia caso o país não feche um acordo de paz com a Ucrânia em até 50 dias.

Segundo ele, as tarifas podem chegar a 100%.

Os contratos futuros do petróleo Brent, com vencimento em setembro, fecharam com queda de 1,63%, a US$ 69,21 o barril na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres. 

O petróleo West Texas Intermediate (WTI) para agosto caiu 0,77%, a US$ 66,98 o barril na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Veja os fundos imobiliários (FIIs) mais negociados em junho, segundo a B3

Os FIIs mais negociados em junho na Bolsa de Valores refletiram a preferência dos investidores por carteiras com alta liquidez, foco em renda e exposição a setores considerados resilientes.

De acordo com levantamento do DataWise+, ferramenta da B3 em parceria com a Neoway, o fundo imobiliário mais negociado no mês passado foi o Capitânia HBC Renda Urbana (CPUR11), classificado como híbrido por reunir imóveis de diferentes segmentos.

Leia mais.

BRF (BRFS3) cai mais de 4% e lidera perdas do Ibovespa

As ações da BRF (BRFS3) lideram as perdas do Ibovespa com queda de quase 5%. Às 15h21, BRFS3 caía 4,82%, a R$ 20,94.

Segundo o portal Pipeline, a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, vendeu todas as ações da BRF na última sexta-feira (11). O fundo era acionista desde a década de 90, quando a empresa era Perdigão e seguiu com posição após a fusão com a Sadia em 2009.

Já de acordo com informações da Broadcast, o fundo de pensão zerou a posição por R$ 1,9 bilhões e deve comprar títulos públicos com a venda da fatia na BRF.

O movimento acontece em meio ao processo de fusão da BRF com a Marfrig. A Previ entrou com recurso contra a combinação de negócios na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A autarquia adiou a Assembleia Geral Extraordinária (AGE), que estava prevista para hoje, mas foi adiada pela CVM por 21 dias, a partir da divulgação de informações adicionais pelos comitês independentes das companhias.

 

Ibovespa agora

O Ibovespa, principal índice da bolsa, opera em baixa de -0,71%, aos 135.186,42 pontos, nesta segunda-feira (14).

Entre as principais ações do índice, Vale (VALE3) registra baixa de -1,48%, cotada a R$ 55,17. Os papéis da Petrobras (PETR4) são negociados em baixa de -1,07%, a R$ 32,28, e os do Itaú (ITUB4), em baixa de 0,00%, a R$ 34,95.

China eleva alcance diplomático enquanto EUA reduzem presença, diz relatório

A China está aumentando seu alcance diplomático, enquanto o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reduz a presença internacional do país, disseram democratas do Comitê de Relações Exteriores do Senado norte-americano em um relatório divulgado nesta segunda-feira (14).

O relatório, resultado de meses de viagens e pesquisas da equipe, foi divulgado no momento em que o governo Trump faz cortes profundos no Departamento de Estado, incluindo a demissão de mais de 1.350 funcionários nos EUA a partir da última sexta-feira, parte de uma redução total de quase 3.000 pessoas na força de trabalho.

Leia mais.

>> Dólar à vista tem máxima a R$ 5,5803, com alta de 0,59%
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Compartilhar

WhatsAppTwitterLinkedinFacebookTelegram
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site
No Money Times, investidores, analistas, gestores e entusiastas do ambiente econômico brasileiro usufruem de textos objetivos e de qualidade que vão ao centro da informação, análise e debate. Buscamos levantar e antecipar discussões importantes para o investidor e dar respostas às questões do momento. Isso faz toda a diferença.
Twitter Facebook Linkedin Instagram YouTube Site

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies.

Fechar