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Citi passa a tesoura no preço-alvo de Totvs (TOTS3) à espera dos resultados do 2T26

02 jul 2026, 12:36 - atualizado em 02 jul 2026, 12:36
totvs 3t23
(Imagem: REUTERS/Aluisio Alves)

O Citi atualizou as estimativas para a Totvs (TOTS3) antes da divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2026, que o banco prevê que sejam mistos. A expectativa é de desaceleração nas adições líquidas da receita anual recorrente (ARR) seja compensada pela contínua expansão das margens.

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Com isso, o banco reduziu as projeções para o lucro em 2026 e 2027 em, respectivamente, 11% e 10%, o que resultou no corte do preço-alvo da Totvs de R$ 45 para R$ 40. A nova precificação implica um potencial de valorização de 38% em relação ao fechamento anterior (1º).

Isso, detalha o Citi, ao considerar que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebtida) comparável praticamente inalterado da operação legada de gestão e da RD Station foi mais do que compensado pelo aumento das despesas financeiras e pelos ajustes contábeis negativos da Linx.

Por volta das 12h16 (horário de Brasília), TOTS3 subia 0,76%, a R$ 29,20.



Fraqueza da ação

De acordo com o Citi, embora as preocupações com o valor terminal dos negócios SaaS permaneçam no radar dos investidores, as ações da Totvs continuam apresentando desempenho inferior ao do do ETF Shares Expanded Tech-Software Sector ETF (IGV) nos períodos mais recentes.

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“Isso sugere que fatores específicos da empresa — como preocupações com a integração da Linx, revisões negativas das estimativas de lucro e a exclusão do índice MSCI — provavelmente têm sido os principais responsáveis pela fraqueza recente das ações”, explica.

O banco afirma que o papel sendo negociado a 14,1 vezes o lucro estimado para 2027 (P/L 2027).

Para o Citi, a combinação de uma execução consistente no curto prazo com uma estratégia de inteligência artificial crível para o longo prazo continuará sendo essencial para reduzir gradualmente o risco percebido do investimento. Por ora, o banco reitera a recomendação de compra.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.

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