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Com Bitcoin (BTC) em baixa, veja três criptomoedas para investir em julho

08 jul 2024, 15:20 - atualizado em 08 jul 2024, 15:22
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Bitcoin voltou para terreno negativo, caindo 1,52%, cotado a US$ 56.349, por volta das 15h20. (Imagem: charnsitr)

O mês de julho não começou bem para o Bitcoin (BTC). Na semana passada, a criptomoeda desvalorizou mais de 10% após a exchange Mt. Gox devolver as moedas digitais aos seus clientes, roubados em um ataque hacker em 2014.

Apesar de abrir o dia em alta, o Bitcoin voltou para terreno negativo, caindo 1,52%, cotado a US$ 56.349, por volta das 15h20.



Com esse cenário, Ana de Mattos, analista técnica e trader parceira da Ripio, selecionou três criptomoedas para os investidores ficarem de olho ao longo do mês.

A primeira é a Ethereum (ETH). A segunda maior cripto do mercado acaba de passar por uma bullrun diante da expectativa de aprovação dos ETFs nos Estados Unidos. Tanto que, entre os dias dia 14 ao dia 27 de maio, o ETH valorizou 39%.

“Atualmente, [o Ethereum] passa por uma correção após essa alta. Neste cenário, os investidores que aplicam a Estratégia DCA mensalmente já estão colhendo resultados”, afirma Mattos.

Apesar dos ETFs aprovados pela Securities and Exchange Commission (SEC), a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, o mercado aguarda a conclusão de alguns detalhes que estão em revisão para que as negociações dos fundos sejam liberadas nas bolsas americanas.

Assim que isso acontecer, Ethereum estará nas maiores corretoras de investimentos do mundo. Por isso, julho é um mês decisivo para o ETH.

Outra cripto para ficar de olho é a Ethena (ENA), um protocolo de dólar sintético construído através da blockchain Ethereum.

Segundo a analista, o projeto possui sua própria moeda estável, a USDe – uma stablecoin lastreada em contratos futuros e tokens de staking líquido na rede Ethereum.

“Uma proposta bem ousada, que atualmente sustenta um marketcap acima de US$ 3,6 bilhões. A Ethena tem chamado a atenção devido ao seu rápido crescimento e já ocupa a 90º posição no ranking de capitalização de mercado”, afirma.

Por fim, a Pendle, criptomoeda nativa do protocolo Pendle Finance, também está no radar. A Pendle utiliza ETH como colateral para as negociações.

Por se tratar de uma estrutura cross-chain, além da Ethereum, Pendle também é compatível com outras redes, como a Arbitrum e a Optimism. O preço da PENDLE cresceu 65% desde março até agora, sendo que, atualmente, está na posição 103ª no ranking de capitalização de mercado.

“Outro ponto a se observar é que a Pendle ainda vai distribuir Airdrops para usuários de DeFi. A narrativa de Airdrops tem desempenhado um papel importante no ciclo atual, atraindo a atenção do mercado cripto para participar das campanhas de distribuição de tokens”, destaca Mattos.

Editora-chefe
Formada em Jornalismo pela PUC-SP, tem especialização em Jornalismo Internacional. Atua como editora-chefe no Money Times e já trabalhou nas redações do InfoMoney, Você S/A, Você RH, Olhar Digital e Editora Trip.
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