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Trigo tomba em Chicago sem suporte da Rússia, enquanto soja e milho caem por trégua no clima; veja

08 jan 2024, 17:29
commodities trigo
Recuo da soja e milho está atrelado ao bom desenvolvimento da safra na Argentina e recuperação no Brasil; veja o fechamento das commodities (Imagem: Pixabay/Jo_Burgard)

As commodities agrícolas tiveram movimentos de queda nas bolsas de Chicago (CBOT) e de Nova York (ICE Futures) nesta segunda-feira (8), com exceção para o açúcar.

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A queda para trigo representa um movimento técnico, após o contrato do cereal avançar nos últimos pregões pelas preocupações com uma possível quebra na Rússia por conta do frio rigoroso no país. “Não há notícias fundamentais para sustentar sequência de altas”, explica Elcio Bento, analista da Safras & Mercado.

Já para o milho e soja, segundo Rafael Silveira da Safras, o recuo está atrelado ao bom desenvolvimento da safra na Argentina e a chance de perdas estancadas no Centro-Oeste, Norte e Nordeste do Brasil devido às últimas chuvas.

“Além disso, as exportações de soja dos Estados Unidos vieram mais fracas. No ano passado, tínhamos quase o triplo do embarcado nesse período da soja americana. Tudo isso contribui para a queda do grão na CBOT”, discorre.

Confira o fechamento para a soja, milho e outras commodities:

Cultura Vencimento Valor (US$) Variação (%) Variação (Cents)
Soja (CBOT) março/24 12,45 -0,85 -10,75
Milho (CBOT) março/24 5,96 -3,2 -19,75
Trigo (CBOT) março/24 4,55 -1,24 -5,75
Café (ICE) março/24 1,81 -0,76 -1,40
Açúcar (ICE) março/24 0,21 0,28 0,0023
Fonte: Safras & Mercado
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Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu, atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por mais de três anos no Canal Rural. Em 2024 e 2025, integrou a lista dos 100 jornalistas + Admirados da Imprensa do Agronegócio e, em 2026, alcançou o Top 50 da premiação.
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