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Por que a Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3) são as petroleiras queridinhas dos investidores estrangeiros, segundo o BTG?

09 mar 2026, 11:50 - atualizado em 09 mar 2026, 11:50
Petrobras PETR4 dividendos
(Foto: Reuters/Christian Hartmann)

Embora os investidores estrangeiros pareçam menos interessados a entrar em ações de petroleiras brasileiras neste momento, o BTG Pactual aponta que a Petrobras (PETR3; PETR4) e Prio (PRIO3) são as preferidas entre os gringos.

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Diante do conflito em curso no Oriente Médio e da perspectiva altista para o preço do petróleo, que ultrapassou os US$ 100 na sessão de hoje, as ações das petroleiras brasileiras têm performado bem. Por volta das 11h30, o Brent avançava 10,97%, a US$ 102,86.

Na sexta-feira (6), pela primeira vez na história, a Petrobras superou os R$ 580,1 milhões em valor de mercado.

Entre os destaques positivos para a estatal, os investidores estrangeiros olharam para a estabilidade e o crescimento da produção da Petrobras. Já a Prio passa por momento positivo, com a primeira extração de petróleo de Wahoo e a possibilidade de implementação de uma política de dividendos.

PETR4 atrai com perfil resiliente

Os investidores norte-americanos, em geral, seguem otimistas em relação à Petrobras, ao considerar o perfil resiliente da companhia.

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“Apesar de yields menores em 2026, a maioria dos investidores está olhando mais para 2027-28, período em que a companhia deve ser capaz de gerar yields de FCFE e dividendos na faixa dos 10% a 15%”, aponta o BTG.

No relatório, o banco observa ainda que a maioria dos estrangeiros acredita que apenas um ajuste marginal já seria suficiente para restaurar a rentabilidade do refino da estatal.

Além disso, segundo o BTG, a percepção é de que a grande maioria dos investidores estrangeiros permanecem positivos em relação à Petrobras, sendo que muitos mantêm posição na ação considerando a possibilidade de uma mudança para um governo mais favorável ao mercado nas próximas eleições.

PRIO3 anima investidores

O BTG ressalta que a Prio trouxe entusiamo entre os investidores estrageiros pela primeira extração de petróleo de Wahoo, além da possibilidade de a Prio se tornar pagadora de dividendos nos próximos trimestres.

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“Alguns investidores demonstraram preocupação quanto ao posicionamento e ao potencial adicional de valorização da ação, considerando a forte alta no ano, mas destacaram que os programas de recompra em andamento e eventuais dividendos devem oferecer suporte ao papel”, afirma.

Embora tenha animado os investidores, alguns avaliam a PRIO3 como uma história mais arriscada em comparação com empresas onshore. Os estrangeiros, no entanto, estão dispostos a lidar com a volatilidade de produção caso ocorram interrupções.

Há ainda a expectativa de que a companhia continuará encontrando novos projetos geradores de valor, seja de forma orgânica ou inorgânica — especialmente se a Petrobras retomar seu programa de desinvestimentos.

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Jornalista formada pela Universidade Estadual Paulista (Unesp). É repórter de mercados do Money Times. Antes disso, atuou na cobertura de macroeconomia na Broadcast/Agência Estado.
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