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A gente avisou: Robinhood era roubada. Veja como lucrar, de verdade, com empresas e IPOs no exterior

(Imagem: Facebook /Robinhood)

Ontem, o polêmico aplicativo de corretagem norte-americano Robin Hood estreou na Nasdaq, a Bolsa de Nova York. No primeiro dia de negociação, as ações da empresa chegaram a recuar mais de 10%, encerrando o dia valendo, em média, US $34. 

Para uma das listagens mais esperadas do ano, a estreia foi desanimadora. Mas não é surpreendente. No dia 28/07/2021, o Money Times publicou uma matéria que dizia o seguinte:

(Fonte: Money Times)

O texto dizia: “com problemas regulatórios associados ao modelo de negócio, eventuais multas aplicadas por processos que estão correndo e falta de garantias para receitas futuras, muitos analistas veem a entrada no IPO como uma decisão de grande risco”.

E isso se comprovou 100% verídico. De acordo com Kiki Knudsen, analista e gestor do fundo Tech Select, da Vitreo, a Robinhood representa de maneira muito caricata desse mito de lucro que rodeiam os IPOs. Diz ele: “A empresa é o ápice da gamificação dos investimentos, e seu próprio modelo de negócios acabou criando um problema muito grande para si própria”. E isso é especialmente perceptível quando olhamos para o desastre de sua abertura.

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Com um alto investimento em memestocks– 6% de toda a receita da Robinhood vem de negociações da Dogecoin, nascida de um meme– a empresa vem para demonstrar algo que Kiki já vem dizendo há muito tempo: IPO não é dinheiro fácil e rápido.  “A Robinhood é um exemplo de como esse frenesi em volta das aberturas pode ser prejudicial: além de ela ter dado muitos sinais vermelhos antes de seu IPO, sua ação estava muito cara”, argumenta ele.

Ainda complementa: “Muitas pessoas físicas entram nos IPOs sem fazer pesquisa, nem sequer olhando os preços. Não só isso, mas muitos investidores compram apenas para vender logo em seguida. A verdade é que as empresas que realmente valem a pena são aquelas que você quer investir no longo prazo”.

A beleza do longo prazo

Apesar desse IPO ter sido um fracasso, isso não significa que ter empresas de tecnologia no seu portfólio não poderá te trazer bons resultados.

A verdade é que, nas bolsas americanas, existem uma infinidade muito interessante de empresas que são extremamente proveitosas no longo prazo. Como dito anteriormente, Kiki é gestor do Vitreo Tech Select, fundo que investe nas maiores empresas de tecnologia do mundo por um aporte mínimo de R$100.

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“Para investimentos de qualquer tipo, não tem segredo. É necessário sentar na cadeira a analisar! Ler os gráficos, observar o comportamento das empresas. Só assim você pode tomar decisões inteligentes”, diz Knudsen. E é exatamente isso que ele faz com o Tech Select: em 1 ano, o fundo já trouxe um retorno de 60% aos seus cotistas.

O fundo é extremamente equilibrado. Investe 75% nas FAANGs– Facebook, Apple, Amazon, Netflix, Google– essas gigantes do mercado americano que vem rendendo bem, tem caixa e são estáveis. Os outros 25% são investidos em empresas mais nichadas e mais novas, aquelas que têm um grande potencial de crescimento e valorização.

Por isso, acesse este link e conheça o Vitreo Tech Select: você pode investir nas maiores empresas do planeta, sem abrir conta no exterior, sem precisar operar nenhuma plataforma e por um aporte mínimo de apenas R$ 100.

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