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Paulo Guedes fica, e tenta driblar crise fiscal com ‘time reserva’; defenda seu patrimônio com estes 5 investimentos

Paulo Guedes
Essa não foi a primeira vez que há um conflito entre o Presidente e o ministro. Em inúmeros momentos destes 3 anos, o Bolsonaro entrou em choque direto com a agenda do Ministro, ora vetando alguns projetos, ora pressionando pela aprovação de outros. (Imagem: Reuters/Ueslei Marcelino)

Com a escalada dos conflitos relacionados ao teto de gastos, seguido pela saída de dois secretários e dois adjuntos do Ministério da Economia nesta quinta-feira (21), a notícia da permanência de Paulo Guedes surpreendeu o mercado. 

Isso porque a relação entre o Ministro e o atual presidente Jair Bolsonaro não está em seu melhor momento há algum tempo. 

Para quem vem acompanhando de perto as decisões da presidência, na última semana o mercado reagiu devido a novas informações sobre o Auxílio Brasil. Substituto do Bolsa Família, Bolsonaro anunciou que o auxílio será de R$400 por mês. 

Qual o problema disso? O pagamento deste valor significaria ultrapassar o teto de gastos, agravando ainda mais a situação fiscal do país– que já não está em seu melhor momento. 

A decisão, considerada populista por muitos, entra em conflito direto com os planos do Ministério da Economia, culminando nos desligamentos da quinta-feira– e em especulações sobre a relação de Guedes e Bolsonaro.

Relacionamento tumultuoso: Auxílio Brasil faz parte de um longo histórico de conflitos

Essa não foi a primeira vez que há um conflito entre os dois. Em inúmeros momentos destes 3 anos, o Presidente entrou em choque direto com a agenda do Ministro, ora vetando alguns projetos, ora pressionando pela aprovação de outros.

Por exemplo: em agosto de 2020, Bolsonaro criticou publicamente os planos de Guedes para o Renda Brasil. O programa social previa o fim de alguns benefícios como o abono salarial, o que foi visto de maneira bastante negativa pelo presidente.

Para ele, acabar com programas já existentes para engendrar um novo com valor considerado baixo não valeria a pena. “Está suspenso. Vamos voltar a conversar. A proposta como a equipe econômica apareceu para mim não será enviada ao Parlamento”, disse o presidente.

No final de junho deste ano, outra situação incômoda aconteceu: em uma cerimônia do governo, Guedes afirmou que alguns planos econômicos deram errado no passado, dando como exemplo o regime militar. Logo depois de sua fala, Bolsonaro rebateu as críticas, afirmando que todo governo possui “acertos e erros”. 

No mesmo mês, o ex-ministro dá uma entrevista pedindo mais moderação da mídia, STF e do próprio presidente Bolsonaro. 

Esses exemplos de conflitos, intrigas e pequenos atritos culminaram na situação que vivenciamos hoje. Isso só reforça como a relação entre os dois é frágil, e como o discurso eleitoral de Bolsonaro em 2018, no qual ele afirmou que “não interferiria na economia”, não se provou tão realista assim. 

O mercado é um dos agentes que mais sofre com as inconstâncias desse “affair”: 

  • Na primeira “briga”, a falta de consenso sobre o Renda Brasil fez com que o Ibovespa chegasse a cair 2,5% no dia, ficando abaixo dos 100 mil pontos. 
  • Só nesta semana, com as suspeitas da saída do Ministro, o índice acumula queda de quase 6%.

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Permanência de Guedes não compensa rombo na equipe econômica

Agora, você pode estar se perguntando: a permanência de Guedes não ameniza essa queda do Ibovespa? Afinal, a movimentação do mercado foi causada pela ameaça da saída do ministro, que não aconteceu. Por que eu deveria estar preocupado?

Existem dois motivos centrais. O primeiro é que, apesar de Guedes anunciar à imprensa que “nunca pediu demissão”, a realidade do Ministério ainda preocupa os investidores brasileiros. Um cargo permanece preenchido, mas o saldo do dia continua negativo: há quatro vagas relevantes que ainda precisam ser ocupadas.

E essa não é uma tarefa fácil. O Ministério da Economia já acumula 12 saídas desde o início do governo, entre demissões e desistências, e o Ministro demonstrou em seu discurso que o preenchimento delas não se dará tão cedo. 

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Pense dessa forma: você recebe uma proposta para trabalhar em um escritório em que mais de uma dezena de pessoas ocuparam o cargo e saíram em menos de um ano. Você ficaria, no mínimo, um pouco desconfiado do ambiente de trabalho, certo?

Em outras palavras, o Ministério está jogando com o “time reserva”– e por tempo indefinido. Vai ser muito difícil agora contratar um “craque” de peso para a equipe econômica.

O segundo motivo é que, pelo histórico, esse conflito entre o Ministério e o presidente está longe de ser o último. O Brasil vive uma crise hídrica e elétrica, inflação nas alturas, problemas de abastecimento nas cadeias produtivas e, agora, instabilidades políticas.

Quem pode garantir que a próxima declaração controversa, canetada populista ou decisão assistencialista de Bolsonaro não será a gota d’água para Guedes? Acredito que ninguém quer esperar para descobrir.

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Depois de tudo isso, você deve estar se perguntando: e agora? Com a saída do ministro, inevitável queda do Ibovespa– que já acumula uma queda de quase 10% no ano– somado ao caótico cenário social, econômico e político, o que você pode fazer para evitar com que essa loucura afete o seu bolso.

Por sorte, existem uma série de investimentos que agem como reserva de valor e que podem te proteger desse momento turbulento, claro, sem abrir mão da rentabilidade. 

Investimentos em renda fixa, como os títulos pré-fixados, ações internacionais, ouro e dólar são apenas algumas alternativas que o investidor pode seguir para reduzir um pouco os cabelos brancos no cenário, buscando valorizações sem abrir mão da segurança. 

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