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Cosan (CSAN3): BlackRock compra ações da empresa

05 jun 2024, 19:27 - atualizado em 05 jun 2024, 19:27
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Recentemente, a Cosan apresentou prejuízo líquido consolidado contábil de R$ 192 milhões, além de anunciar dividendos (Imagem: Divulgação)

BlackRock elevou sua participação na Cosan (CSAN3) de 4,994% para 5,531%, de acordo com comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quarta (5).

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Com isso, a maior gestora do mundo passou a obter 1,9 milhão de instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações ordinárias.

Recentemente, a empresa apresentou prejuízo líquido consolidado contábil de R$ 192 milhões no primeiro trimestre de 2024 (1T24), além de anunciar que pagará R$ 840 milhões em dividendos.

Como mercado viu o resultado da Cosan?

A XP ressaltou que a maioria das empresas operacionais da Cosan já haviam divulgados, e que as novas informações divulgadas, dados da Moove e Radar, negócios menores do portfólio, não devem ser um fator que desencadeie grandes movimentos para as ações da Cosan.

Com isso, casa de análise segue com sua recomendação compra para as ações da Cosan, com preço-alvo de R$ 31,80 e potencial de alta de 127,96%.

Safra, que conta com recomendação de compra (outperform) para as ações, com alvo de R$ 24, acredita que uma esperada desalavancagem gradual deve beneficiar as ações da Cosan nos próximos trimestres, mas uma possível listagem de suas empresas privadas seria um provável gatilho para uma melhor fixação de preços no portfólio da empresa.

Já o Itaú BBA, que viu números neutros, também manteve sua recomendação de compra para as ações, com preço-alvo de R$ 23.

Veja o comunicado da Cosan

Repórter
Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural, onde atuou como editor do Rural Notícias, programa de TV diário dedicado à cobertura do agronegócio. Por lá, participou da produção e reportagem do Projeto Soja Brasil, que cobre o ciclo da oleaginosa do plantio à colheita, e do Agro em Campo, programa exibido durante a Copa do Mundo do Catar e que buscava mostrar as conexões entre o futebol e o agronegócio.
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Formado em Jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como repórter no Money Times desde março de 2023. Antes disso, trabalhou por pouco mais de 3 anos no Canal Rural, onde atuou como editor do Rural Notícias, programa de TV diário dedicado à cobertura do agronegócio. Por lá, participou da produção e reportagem do Projeto Soja Brasil, que cobre o ciclo da oleaginosa do plantio à colheita, e do Agro em Campo, programa exibido durante a Copa do Mundo do Catar e que buscava mostrar as conexões entre o futebol e o agronegócio.
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