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Crise atual de petróleo e gás é pior do que as de 1973, 1979 e 2022 juntas, diz chefe da IEA

07 abr 2026, 8:45 - atualizado em 07 abr 2026, 8:45
Fatih Birol
(Imagem: REUTERS/Ruben Sprich)

A crise atual de petróleo e gás, provocada pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, é “mais grave do que as de 1973, 1979 e 2022 juntas”, afirmou Fatih Birol, diretor da Agência Internacional de Energia (IEA), em entrevista ao jornal francês Le Figaro.

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“O mundo nunca enfrentou uma interrupção no fornecimento de energia de tal magnitude”, acrescentou Birol, em declaração publicada na edição de terça-feira do periódico.

Segundo ele, países europeus, assim como Japão, Austrália e outros, sentirão os efeitos da crise, mas as nações em desenvolvimento são as mais vulneráveis, lidando com aumento nos preços do petróleo e do gás, elevação dos custos de alimentos e aceleração geral da inflação.

No mês passado, os países-membros da IEA decidiram liberar parte de suas reservas estratégicas de petróleo. Parte dessas reservas já foi disponibilizada, e o processo segue em andamento, informou Birol.

Em resposta aos ataques de Israel e dos EUA, o Irã praticamente bloqueou o tráfego no Estreito de Ormuz, por onde circula cerca de 20% do petróleo e gás mundial, provocando alta nos preços da energia.

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A Reuters é uma das mais importantes e respeitadas agências de notícias do mundo. Fundada em 1851, no Reino Unido, por Paul Reuter. Com o tempo, expandiu sua cobertura para notícias gerais, políticas, econômicas e internacionais.
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