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CSN (CSNA3) esclarece sobre negociações para desinvestimentos e nega tratativas concretas; entenda

28 jan 2026, 9:13 - atualizado em 28 jan 2026, 9:13
csn
(Imagem: CSN/Divulgação)

A CSN (CSNA3) esclareceu ao mercado que não existe nenhuma negociação concreta com compradores para o desinvestimento em seu negócio de siderurgia, após o Valor Econômico noticiar contatos informais da companhia com concorrentes para mapear potenciais interesses.

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Fontes ouvidas pelo jornal apontavam que a CSN pode se desfazer de até 100% da operação siderúrgica, dando andamento ao plano de revisão estratégica de ativos.

Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a CSN destacou que a notícia se refere ao anúncio de plano de desinvestimentos comunicado pela companhia e que a informação de que já existem eventuais compradores e participações definidas para desinvestimento trata-se de mera especulação, uma vez que ainda não existe avanço significativo em um projeto que acabou de ser anunciado.

“Sobre o potencial interesse de vender o segmento de siderurgia, o comunicado foi categórico ao dizer que o estágio atual envolve a ‘avaliação de alternativas/parcerias com foco na maximização da geração de caixa no curto prazo’, sem que haja, até o momento, qualquer conclusão que enseje uma comunicação formal “, diz a CSN.

A companhia destaca que sequer houve contratação de assessor financeiro para essa operação específica, o que evidencia o estágio ainda inicial dessa avaliação.

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Plano de desinvestimento da CSN

Neste mês, a CSN anunciou ao mercado o início de um plano para venda de parte de seus ativos importantes, com o objetivo de reduzir dívidas e fortalecer a saúde financeira da empresa.

Conforme aprovado pelo conselho de administração, a CSN pretende diminuir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões do endividamento da companhia ainda neste ano. A ideia é que, com menos dívidas, a CSN possa focar em negócios mais lucrativos e com maior potencial de crescimento.

A empresa espera que essa estratégia permita, em até oito anos, alcançar o potencial de dobrar o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) e atingir uma alavancagem sustentável em torno de uma vez a sua relação dívida líquida/Ebitda.

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Repórter
Formada em jornalismo pela Universidade Nove de Julho. Ingressou no Money Times em 2022 e cobre empresas, com foco em varejo e setor aéreo.
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